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sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Ações Policiais De Castro e resultados.

   Ontem amanheci cercado.
Pessoas nas ruas olhando sem saber para onde ir, nem como voltar.
   Pessoas presas em onibus, carros e BRTs.
    Sim até o sistema alegado como seguro, foi invadido por bandidos que assumiram o volante e atravessaram o veículo na rua. Impedindo trânsito em ambos sentidos.
     À tarde, comerciantes e empresários fechando seus negocios.
    No Zap recebi vídeo de correria dentro do metrô, e deduzi ser na estação da Central do Brasil.
     O governador em nenhum momento citou ter criado um gabinete de crise.
     Ficou silente desde a entrevista de manhã até o final da tarde, onde mostrou os numeros oficiais dele.
     Haviam cerca de 100 mandados de prisão. Efetivamente foram presos 81 'suspeitos'.
     O Cabeça não foi pego.
     O segundo do conando esta detido.
      Noite e madrugada foram tensas e com o efeitivo nos locais de inclusão.
     Amanhecemos com uma cena Dantesca.
    Na Penha uma fileira de mortos ladeados entre eles.
   Na contagem de hoje foram 67, e moradores relatam terem mais localizados em espaços cuja a defesa civil não podem acessar.
     Nesse número cotado não consta os corpos levados ao Hospital Getúlio Vargas.
    Na contagem oficial foral 64 morts entre eles 4 policiais.
    E em entrevista agora o governador ignorou esses numeros, reafirmando terem 64 mortes.
     CNNBRASIL com o ministério Público do Rio travalha com 132 mortos.
       


     O Governador se recusa em pedir GLO.
      Até porque ja ocorreu situação semelhante, cujo o resultado ponho aqui, via fonte de OGlobo.


         O governador em questão é Luiz Fernando Pezão-RJ. Ele pediu que fosse decretada uma Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ampliada no estado e, mais tarde, em novembro de 2018, acabou afastado do cargo, em meio a medidas de intervenção federal. 


       De fato o governador esta em uma queda de braço com o Governo Federal.
       Desde a primeira entrevista o governador alegou omissão do Governo Federal nas tres oportunidades de solicitações dele.
       Eduardo Lewandoviski afirmou em entrevista que o ministério da justiça não recebeu nenhum pedido do Governo do Rio, para auxiliar na segurança do Estado.

      Efetivamente essa ação não resulta em um sentimento de maior segurança.

       Estou em casa com medo de sair.

        Minha unidade vasica de saúde não voltou a funcionar. Colegios sem aulas e comercio no dilema de abrir e não ter venda, se aberto correr risco de invasão.
     Recebi relato de uma loja de atacarejo ter sido invadidas.
     Sempre em fim de mandato, ocorre ação policial.
      Agora vou colar  minha busca no x na fala de Beta Bastos

Toda vez que o Rio de Janeiro entra em período de instabilidade política ou pré-eleitoral, surge uma “megaoperação”. É um padrão. 

As manchetes mostram helicópteros, blindados, armas pesadas e números de mortos que sempre superam os de presos. 

Mas o verdadeiro campo de batalha não é o morro, é a opinião pública.

Essas operações espetaculosas têm dupla função. De um lado oferecem ao governador a imagem de homem firme, capaz de enfrentar o crime. 

De outro criam cortinas de fumaça para desviar a atenção de crises políticas, denúncias de corrupção e da incapacidade de formular políticas duradouras de segurança pública.

O discurso do narcoterrorismo e da guerra ao tráfico serve como ferramenta eleitoral. 

Mobiliza o medo e a sensação de caos para transformar repressão em marketing. 

A mensagem é simples e eficiente: “Estamos agindo.” 

Ainda que o resultado real seja o agravamento da violência e o fortalecimento da lógica militarizada que há décadas fracassa.

Governos que não garantem escola, trabalho e dignidade tentam compensar a ausência de políticas sociais com operações midiáticas. 

A cada incursão há mais corpos, mais trauma e mais votos calculados sob o som das sirenes.

A política da bala é, no fundo, uma política de palanque.

Via Beta Bastos


      Mais ainda essa fala.
      Eu nasci e fui criada na Baixada Fluminense.

Passei minha infância e parte da adolescência em Belford Roxo, mais precisamente em Nova Aurora, uma área dominada por bandidos, onde a violência fazia parte da rotina.

Todos os dias havia um corpo no chão. 

Nossa “brincadeira” de criança era mórbida, ver quem chegava primeiro até o corpo encontrado, contar quantos tiros ele tinha levado, tentar descobrir se algum de nós conhecia o morto. 

Eu cresci assim, cercada pela morte, pela brutalidade e pelo medo.

Vi corpos de todos os tipos. 

Vi um homem ser linchado e queimado vivo em frente à padaria onde eu comprava pão todos os dias para minha família. Eu tinha apenas 11 anos.

Então, não venham me dizer que eu não conheço a violência. 

Não venham me pintar como uma “moradora do Leblon”.

Vocês não sabem nada sobre a minha história, sobre o que eu vivi e sobre o que eu vi. Xtwitterx by BetaBastos.

[29/10 10:47] Sandra: *A Irresponsabilidade Histórica e o Heroísmo Policial* 

Ontem, em todo o mundo, as imagens da guerra no Rio de Janeiro.

O crime organizado é muito mais do que um caso policial. É quase uma força armada; uma força rebelde; uma força de guerrilha. Ela não pode ser considerada civil. Ela é organizada e se comporta como uma força de combatentes criminosos, com armamentos diversos, planejamento, orçamento, drones armados etc

Ontem foram enfrentados por uma polícia heroica, corajosa, em ação de combate tipicamente militar, com policiais mortos e feridos em ação, seguindo em frente com equipamentos deficientes, sem estrutura de saúde e evacuação em combate, sem estrutura logística operacional, tendo dificuldade até para desobstruir ruas e estacionar em frente aos hospitais para socorrer seus feridos.

Vimos também a população civil sob risco de danos colaterais de mortes, ferimentos e prejuízos patrimoniais.

É INACEITÁVEL O DOMÍNIO TERRITORIAL de partes do território nacional for uma força criminosa. E agora? Vai continuar a ocupação do espaço e continuar a perseguição? Ou vai parar por aí?

É HORA DE ACABAR COM ESSE DOMÍNIO TERRITORIAL. Isso não é só no Rio de Janeiro. Isso está acontecendo em diversos pontos do Brasil.

A razão da existência de governos e de instituições é a POPULAÇÃO. Se não for isso, o governo não precisa nem existir.

É medíocre a politização considerando que a força criminosa aconteceu e cresceu por conta de governos que proibiram a polícia de subir os morros ou da Justiça que proibiu ações por causa de covid-19. Ridículo! A IRRESPONSABILIDADE GOVERNAMENTAL É HISTÓRICA. Ela deixou se formarem aglomerados absurdos, sem urbanismo razoável, sem serviços públicos mínimos, sem presença do estado. A história ofereceu à população inúmeros candidatos vagabundos como opções nas urnas, os quais se tornaram governantes criminosos, corruptos, quase sem nenhuma consequência.

A irresponsabilidade é dos governantes, dos políticos dos corruptos de todos os níveis, do Legislativo, do Executivo, do Judiciário, do Ministério Público e da sociedade tolerante.  A população não tem opção. Ela tem que suportar o controle pela força criminosa, a extorsão, o estupro e a humilhação da falta de serviços públicos (segurança, transporte, saúde, educação, limpeza, água e esgoto etc).

E a polícia tem que pagar essa conta toda?

E hoje? Vai continuar a ocupação, melhorar o ensino e a merenda escolar? O atendimento médico nos postos de saúde? O funcionamento das delegacias? O transporte público? A limpeza pública?

Ou vai continuar tudo na mesma?  Se não mudar nada, foi só abertura de vaga par promoção na força criminosa.

E como que fica o sacrifício dos heróis mortos e de suas famílias, dos policiais feridos e dos que combateram, de talvez algum inocente morto ou ferido pelo efeito colateral e familiares?

E a CORRUPÇÃO cúmplice das forças criminosas? Vai continuar pedalando na orla da praia e fazendo uma academia na Barra, Ipanema ou Copacabana? Ou talvez um ou outro aposentado obrigatoriamente com algumas dezenas de milhares de reais?

O estado tem que se fazer presente, num projeto amplo, mesmo que que para isso o confronto e o uso da força sejam inevitáveis. O estado tem que mostrar DETERMINAÇÃO! Ele tem que combatera força criminosa permanentemente e proteger a população.  Isso tem que ser no Brasil inteiro. Todos os poderes (federais, estaduais e municipais) e instituições têm que ser comprometidos com sua principal tarefa – servir à população.

Da mesma forma, a CORRUPÇÃO tem que ser combatida permanentemente e com intensidade, pois ela tem íntima ligação com as forças criminosas. A CORRUPÇÃO TAMBÉM É CRIME ORGANIZADO!

Tem que parar a politicagem, as considerações teóricas, respeitar a lei e fazer a lei ser respeitada. Usar TODAS AS FORÇAS contra a força criminosa e a corrupção.

Que o sacrifício dos policiais mortos em combate, os feridos, os que combateram ontem e todos os dias, heroicamente, mal pagos e mal equipados, não seja só mais uma etapa da irresponsabilidade histórica dos governos, dos Poderes, das instituições e da tolerância social.

Brasília, 29 de outubro de 2025

Carlos Alberto dos Santos Cruz
[29/10 10:47] Sandra: NOTA DO GENERAL SANTOS CRUZ !!!!
Opositor do Bolsonaro !
[29/10 10:47] Sandra: É isso. Em 1972, um dos meus cunhados, major do exército,  deixou o RJ e veio para meu estado  porque o cenário lá era esse. Hoje foi exportado para todo o país
[29/10 11:48] Sandra: Segundo um Especialista em Segurança Pública:
Nos últimos 40 anos, o RJ empreendeu 18.000 incursões contra o crime Organizado.
600 incursões resultaram em mortes.
O que resolveu?
Nada. Tudo tem piorado.

Se a polícia entrar na favela ou áreas do CO deve ocupar e permanecer.
Mas a solução não está nas favelas.
Os Chefões moram em presídios ou áreas nobres.
É preciso asfixiar o CO, com inteligência.
Fazendo o caminho do dinheiro. Ingo Baim

A Carnificina de ontem foi uma ação não pensada. Foi pensada no nível político. Se der certo, o governador vira um herói da direita. Se der errado a culpa é do Lula. Eu acho que ele foi nessa Linha aí. Diz o Diretor do Canal Olhar Democratico no YouTube.

Outro relato:

O castro sabe que para se entrar na casa de alguém, o dono precisa convidar, no caso o , "dono" do rio é o governador , então ele precisava ter feito este "convite" ao governo federal. Depois que entornaram o caldo, pediram ajuda à imprensa, pra se fazer de herói, colher dividendos políticos e conter a melhora da popularidade do lula, caso pensado mesmo .

    Deu na CNNBrasil 
      
     Deu na @cnnbrasil agora que os agentes de segurança do Rio entrou em contato com o superintendente da @pfrj e que esse supervisor não deixou a PF do Rio entrar na operação.
Por achar arriscado.
E pasmem!
Esse supervisor não avisou a PF Federal e nem ao Presidente da República. !?


       Conheça a PEC da Segurança Pública preparada pelo Ministério da Justiça
Documento foi distribuído a governadores, congressistas e integrantes do Judiciário durante reunião na tarde de quinta (31), em Brasília.

Acesse o link: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202410/conheca-a-pec-da-seguranca-publica-preparada-pelo-ministerio-da-justica

          *🛑❌VEJA 🅰️🅾️VIVO CLÁUDIO CASTRO AMIGO DE DEPUTADO FORNECEDOR DE ARMAS PARA TRAFICANTES! XANDÃO DÁ 24 HORAS A PGR!*
*COMPARTILHE* *OBRIGADO OO*

https://www.youtube.com/live/z6jrzpQpay8?si=6kZoY2rVUd_6xy5L

Não vamos tolerar essa "postura vergonhosa e eleitoreira" de Claudio Castro em meio à crise de segurança. O governador precisa assumir que não tem política de segurança e aceitar a ajuda do Governo Federal *sem tentar transferir responsabilidades que são apenas suas e de suas decisões*.  

Enquanto o crime organizado age, o governador prefere fazer politicagem, culpando o Governo Federal, mesmo depois de ter trabalhado contra a PEC da Segurança.

https://www.poder360.com.br/poder-congresso/postura-vergonhosa-e-eleitoreira-diz-pt-sobre-governador-do-rj

_Abraços, Lindbergh_ 🚩



domingo, 12 de outubro de 2025

Resumo do caso PCS Saleme — o essencial e os trâmites jurídicos

Ano passado eu me revoltei com esses escanda6.
Mas, a palavra certa seria.
Esse crime.
Para obter lucros usavam órgãos infectados para fransplante, apresentando laudos falsos através do laboratório PCS Saleme.

Na época noticiou se que o o órgão regulador de saude, havia reconendado um laboratório confiável.
A Fundação Oswaldo Cruz. Que seria competente e tecnica na questão de emitir pareceres e resultado de testes.

Porem a secretária da pasta não acatou o resultado.
E indicou esse laboratório, alegando que ele seria competente.
Esse laboratório vem ser de um contra parente de um vereador.
A consequência disso foi esse crime.

Como esta para completar um ano do evento.
Fiz minha pesquisa no ChatGPT sobre o assunto.
Vejam o resultado.


Vou direto ao ponto: o caso 
envolve o PCS Lab Saleme (Nova Iguaçu/RJ) e laudos falsos/errados em exames sorológicos de doadores de órgãos que resultaram — segundo investigações — na infecção por HIV de seis pacientes transplantados. A repercussão gerou investigação criminal, ações administrativas e suspensão do contrato com o Estado do RJ. 



O que aconteceu (fatos principais)

Dois doadores tiveram resultados falso-negativos em testes de HIV feitos pelo PCS Lab Saleme; órgãos desses doadores foram transplantados e seis receptores acabaram infectados. 

A Anvisa interditou o laboratório e a Secretaria Estadual de Saúde do RJ suspendeu o contrato com a empresa.

O Ministério Público do Rio denunciou seis pessoas ligadas ao laboratório — incluindo os sócios Walter Vieira e Matheus Vieira — por crimes como associação criminosa, lesão corporal grave e falsidade ideológica. 


Trâmites jurídicos — situação atual (síntese)

Denúncia e aceitação: Em 22/10/2024 o MPRJ denunciou os investigados e a 2ª Vara Criminal de Nova Iguaçu recebeu a denúncia. 

Prisões e diligências: Em outubro/2024 houve prisões, mandados de busca e apreensão e a Polícia Civil conduziu a operação (Operação Verum). Parte dos investigados ficou presa inicialmente. 

Habeas corpus e liberdade provisória: Em dezembro/2024 a 6ª Câmara Criminal do TJRJ concedeu habeas corpus parcial e determinou a liberdade provisória de alguns sócios/funcionários mediante medidas cautelares (entrega de passaporte, comparecimento mensal, proibição de atuar em laboratórios, etc.). 

Recursos e instâncias superiores: houve decisões e recursos relacionados a habeas corpus no TJRJ e tratamento do tema em instâncias superiores (há movimentações no STJ sobre pedidos específicos). 

Julgamento/ação penal: conforme noticiado, a justiça do Rio iniciou o julgamento das seis pessoas relacionadas ao caso (notícia de fevereiro/2025). Isso indica que a ação penal já avançou a ponto de ir a julgamento. 

Consequências administrativas e civis

Além da esfera criminal, houve medidas administrativas (interdição do estabelecimento pela Anvisa, suspensão do contrato com a Fundação Saúde do RJ) e há famílias afetadas buscando medidas civis/indenizações — algumas já sinalizaram acordos ou ações próprias.

O que isso significa, na prática

Os réus respondem criminalmente (com denúncia aceita e processo em curso), alguns em liberdade com medidas cautelares. O julgamento que começou indica que a fase de instrução/recebimento da denúncia evoluiu para julgamento — mas sentenças finais dependem do veredito do juiz/júri e de eventuais recursos. 

Entrevistas, depoimentos e declarações públicas

1. Depoimento de Jacqueline Bacellar (funcionária do laboratório)

Em depoimento, Jacqueline negou envolvimento direto e afirmou que “Walter Vieira … deu ordens a todos os setores”. 

Ela admitiu que assinaturas nos laudos são suas, mas disse que a coleta eletrônica das assinaturas foi feita pela empresa no momento da contratação. 

Também declarou que ela própria teria admitido que “não é biomédica” e que o registro no Conselho de Biomedicina que consta no documento seria de outra pessoa. 

2. Nota/intervenção do laboratório PCS Saleme

O laboratório divulgou nota explicando que uma sindicância interna identificou indícios de erro humano na transcrição dos resultados de dois testes de HIV. 

Na nota, o PCS afirma que Jacqueline apresentou diploma e registro profissional para que se acreditasse na competência dela para assinar laudos, mas que esses documentos seriam supostamente inidôneos ou induzidos. 

Também disse que dará suporte às vítimas assim que obtiver acesso oficial às identidades delas e que está à disposição das autoridades investigadoras. 

3. Reportagens e entrevistas de vítimas / familiares

Há um relato de uma mulher que denunciou o laboratório por um exame falso positivo de HIV logo após o nascimento de sua filha, em Nova Iguaçu. 

Um paciente infectado deu entrevista dizendo: “Eu não fiz nada para adquirir isso. O erro foi de pessoas irresponsáveis”. 

Notícias também relatam que duas das seis famílias afetadas decidiram mover ações judiciais e buscar reparações. 

4. Declarações institucionais e de órgãos públicos

Em reportagem da CNN, consta que o MPRJ enviou ofício ao laboratório para que o PCS pare de prestar serviços a UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) de Nova Iguaçu, até que as investigações sejam concluídas. 

O MPRJ também pediu que o secretário municipal de Saúde de Nova Iguaçu encaminhe documentos e informações no prazo de 10 dias. 

Foi informado que o PCS teve contrato firmado em dezembro de 2023 com a Fundação Saúde para realização dos exames, que começou a prestar tais serviços a partir de então. 

Em entrevista pela mídia, o PCS argumenta que sua defesa repudia insinuações de um esquema criminoso e confia que, com esclarecimentos, a Justiça considerará desnecessária a manutenção de prisões. 


Ofícios públicos / ofícios de exigência

O MPRJ expediu ofício para que o laboratório pare de prestar serviços a determinadas unidades de saúde (UPAs) enquanto perdurar a investigação. 

Também oficiou o secretário municipal de Saúde de Nova Iguaçu a fornecer documentos e informações no prazo de 10 dias. 

Também há menção de que o MPRJ instaurou inquérito civil (via promotoria de saúde coletiva) para apurar as condições sanitárias, operacionais e conformidade do laboratório às normas técnicas. 


🧾 Apanhado resumido — Caso PCS Saleme

1️⃣ Declarações e entrevistas

Funcionária Jacqueline Bacellar, que assinou os laudos de HIV, negou envolvimento direto e afirmou que apenas seguia ordens do diretor Walter Vieira. Disse ainda que seu nome e assinatura foram usados indevidamente e que não possui diploma válido em Biomedicina, conforme revelou a CartaCapital.

O laboratório PCS Saleme, em nota oficial, alegou “erro humano” na transcrição de resultados e prometeu colaborar com as investigações. Disse também que só conhecerá as vítimas oficialmente por meio das autoridades.

Famílias e pacientes infectados deram entrevistas com forte apelo humano, afirmando ter sido vítimas de negligência. Um deles declarou:

> “Eu não fiz nada para adquirir isso. O erro foi de pessoas irresponsáveis.”
(Fonte: GAPABs e CNN Brasil)

2️⃣ Órgãos públicos e investigações

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) abriu inquérito civil para apurar falhas sanitárias e operacionais no laboratório.

O MPRJ também expediu ofício determinando que o PCS cesse serviços em UPAs de Nova Iguaçu até o fim da apuração, e solicitou documentos à Secretaria Municipal de Saúde no prazo de 10 dias.

A Anvisa interditou o laboratório preventivamente após constatar irregularidades.

A Fundação Saúde do RJ suspendeu o contrato com o PCS, firmado em dezembro de 2023.


3️⃣ Situação jurídica

Seis pessoas foram denunciadas por associação criminosa, falsidade ideológica e lesão corporal grave.

O processo foi aceito pela Justiça de Nova Iguaçu e já está em fase de julgamento.

Alguns acusados foram presos em 2024 e depois liberados com medidas cautelares (sem poder atuar em laboratórios).





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📍Fontes principais:
Agência Brasil, CNN Brasil, CartaCapital, GAPABs, MPRJ, Anvisa, Fundação Saúde RJ.


terça-feira, 23 de setembro de 2025

Operação Rejeito

Operação Rejeito: mensagens mostram 'feira livre' de propina e fraudes https://www.em.com.br/gerais/2025/09/7251351-operacao-rejeito-mensagens-mostram-feira-livre-de-propina-e-fraudes.html

Marcha dos Coveiros

Em minha opinião, o líder de uma nação idolatrado por milhões de pessoas que, diante de um país assolado por uma epidemia mortal...