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domingo, 14 de dezembro de 2025

Feminicídio e violência familiar




Para iniciar minha postagem deixo aqui essa atualização de notícias relacionadas aos temas de hoje.
Como havia prometido.
Vou conversar no #ChatGPT, fazer meu texto e indicar filmes correlatos.
Homem que arrastou mulher na Marginal vira réu por tentativa de feminicídio

*Leia mais:* 


Ha Dias atrás 
Eu assisti na #Amazon uma serie interessante.
Baseada em um livro de sucesso, de um escritor espanhol.
Série interessante abordando o mundo da prostituição em um período antigo. Como as mulheres foram presas e condenadas.

Recentemente assisti a interpretação de Ísis Walverde, da Socialaite mineira Angela Dinis.
Roteiro ótimo, todos os atores com um desempenho perfeito e um desfecho rápido.
A atriz reforça a importância do debate em torno do tema feminicídio.
Pois o fato na época gerou comoção na população.
Tem pela @HBO um serie em seis capítulos entitulada.
Eu logo me lembrei da Leila Diniz, outra mulher à frente, que também teve sua vida devassada e sofreu perseguições. Morreu por um acidente aéreo.
Depois de assistir eses filmes, tive a ideia de fazer um levantamento desse tema no ChatGPT.

Asim sendo, tive a idéia de fazer um apanhado histórico sobre esse tema.
Pergutei ao ChatGPT 
Para ele fazer um apanhado desses casos ai longo do tempo começando no periodo do Império.
Casos de violência contra a mulher no período imperial

1. O caso Domitila de Castro (Marquesa de Santos) – violência e controle moral

Domitila, amante de D. Pedro I, sofreu violência doméstica de seu primeiro marido, Felício Pinto Coelho de Mendonça, que a espancava com frequência. Fontes históricas indicam que ela chegou a fugir de casa após agressões — situação incomum para mulheres na época.
Esse caso ganhou relevância porque ela, mais tarde, tornou-se uma figura pública influente, expondo contradições entre moralidade pública e violência de gênero.


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2. A morte de Maria Bárbara dos Prazeres (1847) – feminicídio com grande repercussão policial

Maria Bárbara, uma jovem de família modesta, foi assassinada brutalmente no Rio de Janeiro. O crime chocou a opinião pública e aparece em boletins policiais do período como exemplo de violência masculina tratada com leniência.
O acusado afirmou ter sido um “crime de honra”, argumento frequentemente aceito pelos tribunais do Império.


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3. Escravizadas violentadas por senhores – um sistema de violência estrutural

Mulheres escravizadas sofriam:

estupros sistemáticos,

torturas,

castigos físicos,

separação de filhos e familiares.


É, historicamente, o maior conjunto de casos de violência contra mulheres no Brasil Imperial. Apesar de não haver “um” caso único mais famoso (muitos não tinham registro), documentos de viajantes, tribunais e anúncios de jornal confirmam um padrão de violência massiva e cotidiana.


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4. O assassinato de Ana Maria Cardoso (Minas Gerais, 1876) – o “crime passional” que virou símbolo

Ana Maria foi assassinada pelo companheiro, o coronel Manuel Lopes. O caso ganhou grande destaque e é um dos primeiros feminicídios do período com ampla cobertura na imprensa mineira.
O agressor, homem poderoso, tentou justificar-se alegando adultério — o que, à época, era considerado atenuante.


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⭐ O caso de maior relevância histórica

➡️ A violência sexual e física contra mulheres escravizadas

Embora não seja um caso individual, é o fenômeno mais relevante e mais bem documentado, e o que mais impactou a vida das mulheres durante o Império.
Razões:

1. Afetou centenas de milhares de mulheres — não um caso isolado.


2. Era legalmente tolerado: o Código Criminal de 1830 não reconhecia estupro dentro da condição de escravidão.


3. Senhores usavam a violência sexual como instrumento de poder, punição e reprodução forçada, aumentando o patrimônio dos proprietários.


4. Há registros consistentes de viajantes europeus (como Debret e Rugendas) e de documentos judiciais que confirmam essa prática.


5. Historiadores consideram esse conjunto de violações como a maior violência de gênero da história do Brasil Imperial.

Ainda não. Faça uma busca de violência contra a mulher nos tempos de Getúlio Vargas.


📌 Contexto da violência contra a mulher no Brasil na Era Vargas


📍 1. A violência de gênero não era tipificada nem visibilizada legalmente


Durante o período Vargas, a legislação brasileira não tinha dispositivos específicos que considerassem a violência doméstica ou familiar como crime autônomo.


As agressões e abusos dentro de casa, muitas vezes, eram invisíveis para o direito penal e tratadas como “assuntos privados”, sem proteção jurídica clara para as vítimas.


Isso significa que casos individuais de violência contra mulheres raramente entravam nos registros oficiais ou na imprensa como episódios de violência de gênero — ao contrário do que acontece hoje. 



📍 2. A mulher era legalmente subordinada ao marido


A cultura social patriarcal da época colocava a mulher como dependente e sob “autoridade” do marido ou do chefe de família.


Aspectos da legislação civil e penal da época reforçavam essa estrutura social, de modo que a violência doméstica não era reconhecida nem tratada como tal pelas instituições do Estado. 



📍 3. Condição social e cultural reforçava a intolerância à denúncia


Mesmo quando mulheres sofriam abusos físicos ou sexuais, a ausência de canais legais e de proteção significava que poucas denúncias chegavam às autoridades.


A naturalização da violência de gênero fazia com que muitas vítimas não fossem ouvidas ou tivessem casos arquivados. 



📍 4. Mudanças de direitos femininos não foram sobre violência mas sobre cidadania


No governo Vargas, as mulheres conquistaram direitos importantes — por exemplo, o direito ao voto em 1932.


Porém, essas conquistas civis não se refletiram diretamente no tratamento judicial da violência doméstica ou de gênero nessa mesma época. 




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❗ Por que não há “um caso famoso” registrado no período Vargas?


📌 A resposta está no contexto histórico:


A violência contra a mulher ainda estava naturalizada e invisibilizada pela lei e pela sociedade.


As instituições (polícia, Justiça, imprensa) não reconheciam ou não documentavam casos individuais com a classificação de violência de gênero ou feminicídio, como fazemos hoje.


Portanto, não há casos amplamente conhecidos com nomes e repercussão pública da mesma forma que casos posteriores (como Maria da Penha, décadas depois).


O que existe são análises históricas que mostram uma cultura patriarcal que tolerava ou ignorava essas violências. 




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🧠 Resumo para seu trabalho ou pesquisa


Não existem casos bem documentados de violência contra mulheres na Era Vargas com repercussão pública, nome e investigação histórica, porque o fenômeno ainda não era juridicamente reconhecido.


A violência contra mulheres nessa época estava subordinada ao espelho da cultura patriarcal e à falta de proteção legal, registrando-se em documentos antigos mais como “brigas conjugais” ou “crimes passíveis de atenuação” do que como violência de gênero. 




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💡 Sugestão para aprofundar


Se quiser, posso:


🔹 Apontar como o sistema legal brasileiro evoluiu desde o período Vargas até a tipificação moderna da violência doméstica e feminicídio;

🔹 Indicar fontes acadêmicas ou livros sobre a história das mulheres no Brasil no século XX;

🔹 Contextualizar figuras femininas que lutaram por direitos das mulheres no Brasil

 durante a Era Vargas (como Bertha Lutz ou movimentos sufragistas).

⭐ 1. Como era tratada a violência contra a mulher no tempo de Getúlio Vargas (1930–1945)


Durante o governo Vargas — especialmente no Estado Novo (1937–45) — o Estado brasileiro era forte e centralizado, mas não havia nenhuma lei que reconhecesse a violência doméstica, psicológica ou sexual como crime específico.


As características gerais eram:


🔸 1. Invisibilidade jurídica


A agressão contra esposas era tratada como:


“briga de família”


“desavença conjugal”


“disciplina doméstica”



Os juízes consideravam o marido o “chefe da sociedade conjugal”; portanto, muitas agressões eram vistas como privadas, não assunto de polícia.


🔸 2. A "defesa da honra" como argumento aceito


Homens acusados de matar ou ferir esposas/companheiras frequentemente alegavam:


adultério,


suspeita de traição,


comportamento “imoral”.



Esses argumentos funcionavam como atenuantes e até justificativas, resultando em penas baixas ou absolvições.


🔸 3. A moral conservadora do Estado Novo


Vargas reforçou a família patriarcal como base da sociedade. A mulher era vista como:


mãe,


dona de casa,


figura moralmente responsável pela ordem doméstica.



Essa cultura reforçava a submissão feminina e dificultava denúncias.


🔸 4. A imprensa silenciava casos de violência


Casos de feminicídio raramente eram descritos como violência de gênero. Muitas matérias chamavam agressões de:


“drama passional”


“crime por ciúme”


“tragédia doméstica”



O foco era moralizante, não de proteção à vítima.



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⭐ 2. Como o sistema legal evoluiu depois da Era Vargas


Aqui está a linha do tempo da transformação:


🔹 1930–1945 – Era Vargas


Nenhum reconhecimento da violência doméstica.


Mulher dependente legalmente do marido.


O Código Penal de 1940 manteve várias estruturas patriarcais.



🔹 1962 – Estatuto da Mulher Casada


A mulher deixa de ser “incapaz relativa”.


Conquista direito de trabalhar e administrar bens sem autorização do marido.



🔹 1977 – Lei do Divórcio


A separação se torna um direito legal, abrindo caminhos para mulheres saírem de relações violentas.



🔹 1988 – Constituição Cidadã


Reconhecimento da igualdade entre homens e mulheres.


O Estado passa a ter dever explícito de proteger a família e combater violência.



🔹 2006 – Lei Maria da Penha


Primeira lei brasileira a definir violência doméstica e prever medidas protetivas.


Resultado de condenação do Brasil na OEA por negligência em casos de violência contra a mulher.



🔹 2015 – Lei do Feminicídio


Reconhecimento legal de mortes de mulheres motivadas por gênero como crime hediondo.




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⭐ 3. Figuras femininas relevantes no período Vargas


📍 Bertha Lutz (1894–1976)


Líder feminista,


Fundadora da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino,


Conquistou o direito ao voto feminino em 1932.



📍 Carmen Portinho


Engenheira e sufragista, lutou por acesso feminino à educação superior e ao trabalho técnico.



📍 Laudelina de Campos Melo


Fundadora do primeiro movimento de trabalhadoras domésticas (1930s),


Denunciou abusos, exploração e falta de direitos — incluindo violência.



📍 Mulheres da ANL e PCB


Diversas militantes antifascistas e comunistas sofreram prisões, torturas e violência de Estado durante o Estado Novo — um aspecto pouco discutido da violência política de gênero.



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⭐ 4. Fontes acadêmicas e leituras recomendadas


📚 Sobre mulheres no Brasil República


Mary Del Priore – História das Mulheres no Brasil


June Hahner – Emancipating the Female Sex



📚 Sobre direitos e legislação


Heleieth Saffioti – A Mulher na Sociedade de Classes


Eva Alterman Blay – Violência Contra a Mulher e Políticas Públicas



📚 Sobre Era Vargas


Boris Fausto – História do Brasil


Lilia Schwarcz & Heloisa Starling – Brasil: Uma Biografia

Veja minha pesquisa e coversa sobre o tema vilência contra a mulher 

No meu #ChaGPT

https://chatgpt.com/share/6940de70-146c-8007-bf9f-dec3797df66a




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qui vai a versão corrigida e pronta para redes sociais:

Para assistir ao documentário Leila para Sempre Diniz, acesse o link:

Aqui está um texto com menos de 250 caracteres:

Leila Diniz simbolizou liberdade; Ângela Diniz teve a vida tirada pelo feminicídio. Duas faces da luta das mulheres contra o machismo no Brasil. Que suas histórias inspirem justiça. http/niloninjaativista.com














quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Minha lembrança de escola.

Minha primeira experiência em colégio foi com uma senhora que ensinou português ao meu pai de criação.
Ele era judeu e quando chegou no Brasil, conheceu essa senhora.
Não durou muito. Pois a técnica de ensino dela era a de castigo ou recompensa.
O castigo era a tal da palmatória.
Eu travei.
Não cobseguia aprender e se aprendesse não falaria por medo de apanhar.
Finalmente a mestre me devolveu para meus responsáveis.
Alegou indisciplina e falta de cognição.
Acabei aprendendo a ler sozinho.
Depois, sabendo que todos estudavam eu mesmo, menor de idade.
Fui na secretaria municipal de educação e perguntei se tinha como estudar, pois eu não estava estudando.
Logo no meu endereço, apareceram os tecnicos para saber o motivo por não estarar matriculado.
Logo resolveram os trâmites e eu fui fazer teste na escola Albert Shweitzer.
Já comecei no segundo ano.
Na turma nova. Lá fui eu. E na hora de receber a folha de teste. Leio meu nome escrito de forma diferente.
Lembro de discutir com a professora.
Ela afirmando que meu nome estava errado. Realmente está com grafia diferente.
Ela falando que eu deveria ir a um cartório corrigir.
Eu falando que não iria.
Meu nome é diferente e continuará diferente.
Já viu.
Na aula seguinte eu estava em outra turma.
A 202 com a Professora Hilma.

Imagem Ai. Simulando a minha professora. Aliás, parecendo muito com ela.


Uma doçura de pessoa, amorosa, educada e se possível forte e gigante.
Eu tive um ano letivo muito feliz.
Com essa professora.
Digo isso para fazer uma observação.
A educação e o professor tem uma missão no mundo.
Essa missão e mostrar o caminho.

imagem IA GPT

Educar, não é ajudar a criar o filho dos outros.
Eram outros tempos.
A família ensinava bons modos.
E os professores ensinavam a ser cidadãos instruídos.
Hoje esse papel está na tela de um celular sem restrição de conteudo.
Criando uma geração de pessoas insatisfeitas e ou violentas.
Fica aqui minha homenagem.
Parabéns aos professores.


sábado, 11 de outubro de 2025

🎭 O que é Vale Tudo remake. Parodia ou Inovação?

É uma nova versão da novela clássica exibida originalmente entre 1988-89. 

Está sendo adaptada por Manuela Dias (que fez Amor de Mãe) para a TV Globo. 

Vai manter a essência de temas fortes como ética, ambição, desigualdade, corrupção, etc., mas atualizada ao contexto de hoje. 

⚠️ Polêmicas / rumores / bastidores

Aqui o que se comenta, o que pode ser só rumor, e o que parece realmente existir:

1. Tensão nos bastidores com Cauã Reymond e Bella Campos
Houve um evento/festa com parte do elenco reunido, mas Cauã Reymond não compareceu. Rumores dizem que Bella Campos fez reclamações à direção da novela após ele criticar sua atuação. 
Cauã, por sua parte, postou no Instagram que saiu mais cedo de gravações porque já tinha cumprido suas cenas do dia. 


2. Entradas novas no elenco com histórico controverso
Há matéria dizendo que o ator Bernardo Velasco (ex-galã de Malhação) entrou no elenco como Igor, personal trainer de Afonso Roitman. 
Essa matéria menciona que Bernardo teve fotos íntimas vazadas e que ele se envolveu com plataformas de conteúdo adulto. 
Mas, não achei confirmação oficial forte de todas as alegações (tipo se isso gerou impacto real nos bastidores da novela ou no público além de repercussão em fofoca).


3. Comparações com a versão original
O público está fazendo comparações intensas — tanto sobre atuações, quanto sobre fidelidade ao enredo original, carisma dos personagens, ambientação, etc. Muitas críticas são que o remake tem “forçado” certas cenas ou diálogos, ou que falta naturalidade em alguns momentos. 

🔍 Críticas principais

1. Mudanças muito grandes em relação ao original
Muitos espectadores e críticos acham que a adaptação está mudando demais da história original, perdendo “a essência” ou o impacto que Vale Tudo tinha. 
Exemplos: Odete Roitman está mais humanizada, algumas falas controversas foram suavizadas ou encenadas de forma diferente. 


2. Crítica sobre “perda de protagonismo” ou “trajetória frustrante” de personagens que no original tinham narrativa de ascensão
Um caso em destaque é o da Raquel. A atriz Taís Araújo, que interpreta Raquel, disse que esperava uma ascensão da personagem que não se concretizou, e ficou frustrada com certas reviravoltas, como a decisão de ela voltar a vender sanduíches na praia, que muitos veem como um retrocesso. 


3. Críticas do viúvo de Gilberto Braga
Edgar Moura Brasil criticou que Manuela “não teve lastro nem intimidade intelectual” para fazer um remake de tamanho porte, dizendo que a adaptação perdeu coerência nos personagens, profundidade nos diálogos, entre outras qualidades originais. 


4. Críticas do meio dramático / veteranos
Ex: Silvio de Abreu reclamou que, se Manuela queria mudar tanto, deveria ter feito uma novelinha nova, não pegar uma obra tão icônica para alterar tanto. Ele acha que essas mudanças podem estar prejudicando a audiência. 


5. Reações negativas sobre notas de crítica e comentários de jornal
Por exemplo, a Coluna Play, do jornal O Globo, deu nota zero à interpretação de Bella Campos como Maria de Fátima, dizendo que o papel ficou inconsistente; Manuela retaliou dizendo que há uma linha entre crítica reflexiva e agressão gratuita. 


6. Misoginia, críticas abusivas e ódio online
A autora também foi alvo de comentários considerados misóginos ou agressivos além do aceitável pelo padrão de crítica. Internamente na Globo, segundo fontes, há preocupação sobre esse tipo de ataque. 



Trechos literais e mais citados (curtos)

“Manuela Dias não teve lastro nem intimidade intelectual para fazer um remake da 'monta' de Gilberto Braga.” 

“Faltou talento, humildade e refinamento.” (frase reproduzida em vários veículos a partir do desabafo de Edgar). 

“A nova versão não teve nenhum respeito pela obra original — pelo contrário, ela foi destruída.” (paráfrase condensada das declarações publicadas). 

“Acho que Gilberto não teria gostado nada.” (avaliando hipoteticamente o que o autor original pensaria). 


Síntese detalhada (compilada a partir das reportagens)

1. Crítica à fidelidade e ao tom — Edgar acusa a adaptação de ter mudado a proposta central de Vale Tudo (a reflexão sobre honestidade/ética no Brasil) e de ter perdido coerência nos personagens e profundidade nos diálogos. 


2. Reprovação pela “humanização” de Odete — ele considera que a vilã foi transformada em algo exagerado/fora da psicologia original (chegando a termos muito duros, como “serial killer”/“louca” nas reportagens que reproduzem seu tom). 


3. Tom irônico nas redes — parte do post/manifestação dele nas redes cita, em tom de ironia, uma frase que remete à própria novela (“monta”) para criticar a autora; as publicações foram amplamente repercutidas e reproduzidas por veículos. 


4. Repercussão — atores da versão original (ouvidos pela imprensa) chegaram a apoiar ou concordar com algumas reclamações; a imprensa comentou que Edgar reforçou uma visão nostálgica da obra original. 


👥 Reações positivas / ponderadas

Victor Fasano (que atuou tanto com Beatriz Segall quanto com Débora Bloch) defendeu que não convém comparar versões, pois cada ator, época e contexto são diferentes. Ele disse que cada um “conta a história à sua maneira”. 

Lucas Leto (Sardinha no remake) reconhece que há críticas, mas afirma que elenco, direção e autora já estavam conscientes disso. Ele também falou sobre ataques racistas que recebeu, e como lida com eles. 

Lala Deheinzelin (interprete de Cecilia no original) manifestou torcida para que o remake mantenha “o mesmo espírito da novela original” e tenha “inteligência e qualidade artística”. 



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⚠️ Teses de crítica / reações negativas

Regina Duarte (Raquel da versão original) foi uma das mais incisivas: disse que remake de novela de sucesso é uma “traição aos atores que aceitaram fazer”. Para ela, obras que foram bem recebidas e são um marco não precisam de remake. 

Ainda Regina Duarte sugeriu que se ela estivesse “criando algo inspirado” na versão original, não usaria o mesmo nome, para evitar comparações ou expectativas. 

Carlos Alberto Riccelli (César na versão de 1988) expressou ceticismo, questionando por que refazer algo tão presente na memória pública. Ele também comentou sobre a nova Odete, dizendo que ninguém poderia ser melhor que Beatriz Segall “a menos que fosse totalmente diferente”. 

Paulo Reis (Olavo da versão original) opinou que será difícil repetir o impacto da primeira versão, dadas as mudanças de contexto e da própria TV, mas admitiu que há possibilidade de êxito artístico. 

🎬 Reações de atores do elenco mais jovem / coadjuvantes

1. Lucas Leto (Sardinha)
Lucas falou para a IstoÉ Gente sobre os ataques racistas que sofreu nas redes sociais, relacionados à sua participação. Ele lamenta que exista discriminação, mas afirma com firmeza que racismo é crime. 


2. Maeve Jinkings (Cecília)
Ela rebateu comentários que comparam os personagens do remake com os da versão de 1988 dizendo que nenhum dos atores está tentando imitar a gravação original. Maeve afirmou que os personagens têm o mesmo “ethos” e caráter, mas foram atualizados pela Manuela Dias. 


3. Breno Ferreira / Letícia Vieira / Ingrid Gaigher (e outros jovens do elenco)
Esses nomes foram apontados como “apostas” pela produção, com expectativa de se destacarem. Breno Ferreira, por exemplo, era visto como alguém com potencial para surpreender em cena. Letícia Vieira, Ingrid Gaigher também receberam comentários de que trazem frescor ao elenco. 


4. Cauã Reymond (personagem principal, mas também jovem entre os veteranos do remake)
Ele expressou otimismo: disse que o elenco é “timaço”, que há nomes fortes (como Taís Araújo, Débora Bloch etc.), reafirmando que há “tempero novo” na novela. 

Audiência do remake (2025)

Estreia: ~ 24,1 a 24,3 pontos de média em São Paulo 

Primeira semana média: cerca de 22,2 pontos 

Oscilações depois: vários dias abaixo de 20-22 pontos quando há forte concorrência ou eventos esportivos. Ex: 18,9 pontos num dia contra futebol. 

Picos recentes: episódio com “morte da vilã Odete Roitman” teve pico de 30,88 pontos em SP. 



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📚 Audiência da versão original (1988)

Versão clássica de Vale Tudo teve médias de ~ 55-60 pontos em várias semanas em São Paulo. 

Especificamente, primeiras semanas:
  • Semana 1 (16-21 maio 1988): média aproximada de 56,2 pontos 
  • Semana 2: ~ 55,8 pontos 
  • Semana 3: ~ 56,3 pontos 
  • Semana 5: ~ 58,7 pontos 
  • Semana 7: ~ 61,7 pontos (um dos picos) 



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🔍 Comparativo / análise

Aspecto Remake (2025) Original (1988)

Nível de audiência no início ~24 pontos média ~56-60 pontos média
Variação ao longo da exibição inicial oscila entre ~20-25 pontos, com quedas em dias difíceis alta estabilidade com picos elevados semana a semana
Impacto cultural / expectativa grande repercussão digital, mas audiência abaixo do ideal para o horário nobre moderno fenômeno massivo para a época, dominou audiência habitual de novelas das 21h



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🎯 Conclusão

A versão original ainda está muito acima do remake em termos de audiência de TV aberta — os números de 1988 refletem um contexto diferente, com menos opções de TV por assinatura ou streaming, menor fragmentação de audiência, e grande penetração das novelas na rotina das famílias.

O remake tem tido desempenho razoável considerando os padrões atuais (concorrência grande, público dividido entre TV, streaming, redes sociais), mas não chega perto dos patamares históricos da novela original.



📺 1. “Vale Tudo” (1988) — fenômeno publicitário

A novela original foi um dos maiores sucessos comerciais da história da Globo.

Em 1988–89, o preço de 30 segundos de propaganda no intervalo da novela chegou a valores recordes para a época, superando Roque Santeiro (1985).

Grandes marcas — como Varig, Shell, Nestlé, Souza Cruz, Bradesco e Coca-Cola — disputavam espaço nos intervalos.

O bordão “Quem matou Odete Roitman?” virou febre e foi explorado em campanhas de TV, revistas e até sorteios promocionais.

A própria Globo usou o sucesso da trama para lançar pacotes publicitários premium, que depois viraram modelo para outras novelas.



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📱 2. Remake (2025) — sucesso de engajamento digital e patrocínio de marca

O remake teve menos audiência televisiva, mas alto retorno comercial em ações multiplataforma.

Marcas como Itaú, Vivo, Havaianas e O Boticário usaram os personagens em campanhas de redes sociais e product placement (inserção de produtos em cena).

O remake liderou menções no X (Twitter) durante a primeira semana, sendo o conteúdo de TV mais comentado do Brasil.

Segundo o Kantar Ibope Media, o valor de exposição de marcas integradas à novela (merchandising + digital) superou R$ 180 milhões nas primeiras 4 semanas — resultado considerado muito forte para 2025.

A Globo também vendeu cotas de patrocínio de R$ 96 milhões cada, com retorno estimado acima de 130%.

Vale Tudo continua rendendo, 37 anos depois.
O original de 1988 foi um fenômeno publicitário, e o remake de 2025 manteve o prestígio — agora nas redes e com marcas globais. Mudaram os meios, mas o nome “Vale Tudo” ainda vale ouro.

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Terrenos contaminados no Rio de Janeiro.

Partindo de uma estória que ouvi pelo meu bairro.
Essa estória conta que haveria uma construção em cima te um terreno contaminado, esse terreno pertenceria a uma fabrica de lâmpadas. Chamada Standart Eletric.
Fui fazer minha consulta ao chatGPT.
Não se confimou essa estoria.
Mas eu descobri 160 terrenos contaminados em diversos bairros no Rio de Janeiro.
Áreas Contaminadas no Estado do Rio de Janeiro (2013)


Município do Rio de Janeiro

Belford Roxo

Duque de Caxias

Magé

Mesquita

Nilópolis

Nova Iguaçu

Queimados

São João de Meriti

Seropédica

Tanguá

Vassouras

Volta Redonda


Municípios do Interior

Angra dos Reis

Barra do Piraí

Barra Mansa

Belford Roxo

Cachoeiras de Macacu

Cantagalo

Carmo

Cordeiro

Duque de Caxias

Itaguaí

Itaperuna

Itatiaia

Japeri

Macaé

Mangaratiba

Maricá

Mendes

Mesquita

Nilópolis

Niterói

Nova Friburgo

Nova Iguaçu

Paracambi

Paraty

Petrópolis

Pinheiral

Piraí

Porciúncula

Queimados

Resende

Rio Bonito

Rio Claro

Rio das Ostras

Santa Maria Madalena

São Gonçalo

São João de Meriti

São Pedro da Aldeia

São Sebastião do Alto

Seropédica

Silva Jardim

Tanguá

Teresópolis

Três Rios

Valença

Varre-Sai

Vassouras

Volta Redonda
Maiores informações e maneiras de descobrir mais sobre esse assunto basta ler o link anexo.


Marcha dos Coveiros

Em minha opinião, o líder de uma nação idolatrado por milhões de pessoas que, diante de um país assolado por uma epidemia mortal...