segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Discurso x Prática: Candidatos com dívidas trabalhistas disputam o voto do trabalhador em 2026

​O Diagnóstico: 343 candidatos em todo o país constam no BNDT com cobranças judiciais definitivas não pagas.  
​Presidência e Cargos Majoritários:  
​Renan Santos (Missão): Crítico da Justiça do Trabalho e posicionamento contrário ao fim da escala 6x1; possui 4 apontamentos por débitos de empresas em que foi sócio.  
​Alexandre Kalil (PDT-MG): Soma mais de R$ 4 milhões em dívidas em 13 processos da sua antiga construtora.  
​Anthony Garotinho (Republicanos-RJ): Responde a 12 processos no BNDT vinculados a empresas de eventos.  
​Contradições e Defesas: A maioria dos candidatos alega que as pendências decorrem de pessoas jurídicas (empresas) redirecionadas pela Justiça para o patrimônio dos sócios e afirmam estar recorrendo ou indicando bens à penhora.
​Impacto Eleitoral: A inclusão no BNDT não gera inelegibilidade automática perante o TSE, mas amplia o debate sobre a conduta e a idoneidade dos postulantes.  

domingo, 20 de setembro de 2026

Alerj 2026: 20 novos nomes para acompanhar na disputa por uma cadeiraPor Nilo Ninja Ativista

Palacio Tiradentes.



A eleição de 2026 para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) chega à reta final com uma disputa envolvendo centenas de candidaturas para as 70 cadeiras do Legislativo estadual.
Entre os candidatos estão deputados que buscam a reeleição, ex-parlamentares, vereadores, ex-prefeitos e pessoas que tentam pela primeira vez conquistar uma vaga na Assembleia.
Nesta reportagem, o foco está em 20 nomes que não ocupam atualmente uma cadeira de deputado estadual na Alerj e que apresentam algum dado público relevante para acompanhamento eleitoral.
A proposta não é prever quem será eleito. É reunir informações que permitam ao leitor acompanhar a disputa com base em dados públicos.
Como avaliar a disputa?
A eleição para deputado estadual utiliza o sistema proporcional. Portanto, não basta observar apenas a quantidade de votos recebida individualmente por cada candidato.
A votação dos partidos e federações participa do cálculo da distribuição das cadeiras, juntamente com o quociente eleitoral, o quociente partidário e as regras de distribuição das sobras.
Por isso, uma votação municipal anterior, uma pesquisa de lembrança espontânea ou o volume de recursos de campanha são indicadores diferentes e não podem ser tratados como previsão automática do resultado.
20 nomes que estão no radar
1. Pedro Duarte — PSD
Vereador do Rio de Janeiro, Pedro Duarte disputa uma cadeira na Alerj em 2026. Sua experiência eleitoral mais recente é a eleição municipal de 2024, quando conquistou mandato de vereador.
Sua candidatura representa um movimento de passagem da política municipal para a disputa estadual.
2. Flávio Valle — PSD
Também vereador do Rio, Flávio Valle está entre os nomes do PSD que disputam uma vaga na Assembleia.
O principal dado eleitoral anterior é sua votação na eleição municipal de 2024, quando conquistou uma cadeira na Câmara Municipal.
3. Joyce Trindade — PSD
Vereadora do Rio de Janeiro, Joyce Trindade chega à disputa estadual depois de uma votação expressiva nas eleições municipais de 2024.
O dado demonstra uma base eleitoral municipal anterior, mas não permite estabelecer automaticamente qual será sua votação estadual.
4. Nelsinho Ruas — PL
Vereador de São Gonçalo, Nelsinho Ruas representa uma candidatura com base política na Região Metropolitana.
Sua votação municipal de 2024 é um dos principais dados objetivos para acompanhar sua transição para uma eleição estadual.
5. Luciana Boiteux — PSOL
Vereadora do Rio de Janeiro, Luciana Boiteux disputa uma vaga na Alerj pela chapa PSOL/Rede.
Seu resultado eleitoral de 2024 fornece um parâmetro de votação anterior, enquanto a candidatura estadual permite acompanhar sua expansão para uma disputa de âmbito estadual.
6. Leonel de Esquerda — PT
Vereador do Rio, Leonel de Esquerda integra a federação PT/PCdoB/PV.
Além da votação municipal de 2024, ele já possui experiência anterior em eleição estadual, o que permite comparar sua trajetória eleitoral.
7. Maíra do MST — PT
Vereadora do Rio de Janeiro, Maíra do MST integra a chapa estadual da Federação Brasil da Esperança.
Sua eleição para a Câmara Municipal em 2024 constitui o principal dado eleitoral recente disponível.
8. Felipe Pires — PT
Felipe Pires também chega à disputa estadual depois de participar da eleição municipal de 2024.
O desempenho naquela eleição é um dos elementos que podem ser utilizados para acompanhar a evolução de sua trajetória eleitoral.
9. Rafael Satiê — PL
Vereador do Rio de Janeiro, Rafael Satiê integra a nominata do PL para deputado estadual.
Seu mandato municipal e sua votação em 2024 formam o histórico eleitoral mais recente antes da disputa estadual.
10. Fernando Armelau — PL
Vereador do Rio, Fernando Armelau também está na disputa pela Alerj.
Como nos demais casos, a votação municipal anterior é um dado histórico, e não uma previsão de votação em 2026.
11. Gigi Castilho — Republicanos
Vereadora do Rio de Janeiro, Gigi Castilho disputa uma cadeira estadual pelo Republicanos.
Sua passagem pela política municipal fornece uma referência eleitoral anterior.
12. Diego Faro — PL
Vereador do Rio, Diego Faro aparece entre os candidatos que tentam ampliar sua atuação do Legislativo municipal para o estadual.
A votação obtida em 2024 é um dos dados disponíveis para acompanhar essa mudança de escala eleitoral.
13. Rodrigo Vizeu — MDB
Rodrigo Vizeu integra a disputa estadual pelo MDB.
Seu histórico eleitoral municipal também pode ser utilizado como referência para acompanhar a candidatura.
14. Vantoil Martins — PSB
Vantoil Martins chega à eleição estadual com uma trajetória diferente de vários candidatos desta lista: foi prefeito de Iguaba Grande.
Sua experiência à frente do Executivo municipal constitui um elemento relevante de sua trajetória política, embora não permita antecipar o resultado da eleição para deputado estadual.
15. Wagner Tavares — PSB
Wagner Tavares disputa uma vaga na Alerj pelo PSB.
O candidato teve participação na eleição municipal de 2024 e possui atuação política associada à Ilha do Governador.
16. Dra. Gabriela — PL
Dra. Gabriela aparece como um dos nomes que merecem acompanhamento também por outro motivo: seu nome aparece nas pesquisas de lembrança espontânea da Vetor Arrow.
Em uma das rodadas recentes, ela aparece entre os nomes mais lembrados para deputado estadual. Esse dado é diferente de uma pesquisa convencional de intenção de voto e não deve ser interpretado como previsão de eleição.
17. Elika Takimoto — PT
Elika Takimoto também aparece nas medições da Vetor Arrow para deputado estadual.
A presença nas pesquisas fornece uma informação adicional à sua trajetória política e eleitoral. O levantamento mede citações espontâneas e, portanto, deve ser analisado juntamente com outros dados.
18. Leo Lupi — PDT
Leo Lupi integra a nominata do PDT para deputado estadual.
Seu nome aparece na relação de candidaturas divulgada com base nos registros da Justiça Eleitoral.
19. Ricardo da Karol — PSDB/Cidadania
Ricardo da Karol integra a chapa da Federação PSDB/Cidadania.
Sua candidatura aparece entre os nomes relacionados à disputa estadual de 2026.
20. Felipe RR Soares — PSDB/Cidadania
Felipe RR Soares também integra a chapa PSDB/Cidadania.
Há ainda um dado histórico importante: ele disputou uma vaga de deputado estadual em 2022 e obteve votação naquela eleição. Portanto, embora não seja deputado estadual atualmente, também não deve ser classificado como estreante absoluto em eleições para a Alerj.
E as pesquisas?
A pesquisa Vetor Arrow oferece uma das referências públicas disponíveis para acompanhar a lembrança espontânea dos candidatos.
Em uma rodada divulgada em setembro, Márcio Canella aparecia com o maior número acumulado de citações, enquanto Flávio Serafini e Rosenverg Reis estavam empatados na segunda posição. Léo Vieira Filho e Renata Souza haviam entrado no grupo dos dez nomes mais lembrados. Dra. Gabriela aparecia logo depois do grupo principal.
O próprio levantamento faz uma ressalva fundamental: as citações espontâneas não constituem uma previsão do resultado final.
O fator partido
Outro dado importante é o desempenho das chapas.
Uma pesquisa Vetor sobre a distribuição potencial de cadeiras mostrou diferenças entre os partidos e federações na disputa estadual. O levantamento estimou diferentes quantidades de cadeiras para as principais forças políticas, demonstrando por que a análise individual dos candidatos não é suficiente para compreender uma eleição proporcional.
Isso significa que o eleitor deve observar simultaneamente:
• o candidato;
• o partido ou federação;
• a votação individual;
• a votação coletiva da chapa;
• as pesquisas disponíveis;
• a situação jurídica da candidatura.
Situação jurídica também precisa ser acompanhada
A situação dos registros eleitorais pode mudar durante a campanha.
Em setembro, por exemplo, o TRE-RJ informou novos indeferimentos de registros de candidaturas. O tribunal também esclarece que determinadas decisões podem ser objeto de recurso e que a situação de cada candidatura deve ser conferida no sistema oficial.
Por isso, uma lista publicada em determinado dia não deve ser considerada definitiva sem verificar novamente o registro.
O DivulgaCandContas, administrado pela Justiça Eleitoral, permite consultar candidaturas, situação do registro, bens declarados e informações eleitorais. O TRE-RJ informa que o sistema é atualizado continuamente.
O que observar até a votação?
Com a aproximação do primeiro turno, alguns indicadores podem ser acompanhados de forma objetiva:
1. Pesquisas: verificar se determinado nome aparece e como suas citações variam entre as rodadas.
2. Histórico eleitoral: comparar resultados anteriores, lembrando que eleições municipais e estaduais possuem eleitorados e dinâmicas diferentes.
3. Campanha: acompanhar receitas e despesas declaradas oficialmente.
4. Partido ou federação: observar o desempenho coletivo da chapa.
5. Situação jurídica: verificar se o registro está deferido, indeferido ou sob recurso.
6. Votação final: somente o resultado oficial das urnas determinará quem ocupará as 70 cadeiras da Alerj.
Informação antes da escolha
A eleição proporcional costuma ser mais complexa do que a disputa majoritária porque o resultado depende simultaneamente da votação individual e da votação coletiva das legendas.
Por isso, acompanhar candidatos novos exige mais do que procurar uma lista de “favoritos”.
O caminho mais seguro é comparar dados verificáveis, pesquisas, histórico eleitoral, situação jurídica e informações de campanha, sempre distinguindo aquilo que já aconteceu daquilo que ainda é apenas expectativa.
Fontes
Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ); Tribunal Superior Eleitoral (TSE); DivulgaCandContas; pesquisa Vetor Arrow; Diário do Rio; Agenda do Poder e demais fontes jornalísticas citadas ao longo do texto.
Nilo Ninja Ativista
A informação é a arma contra a corrupção.
Essa consulta é sobre os nomes novos na política.
Na próxima postagem 
Faremos um levantamento dos candidatos atuais.



Panorama Eleitoral do Senado no Rio de Janeiro: Levantamento das Pesquisas e Mapeamento Ideológico das Candidaturas


​A eleição para o Senado Federal no Estado do Rio de Janeiro representa um dos cenários mais estratégicos e complexos do quadro político brasileiro. Por tratar-se de um pleito com renovação de dois terços das cadeiras da Casa Alta, cada eleitor dispõe de dois votos distintos para cargos majoritários decididos em turno único. Essa característica institucional altera profundamente o comportamento do eleitorado e exige das agremiações políticas estratégias refinadas de composição de chapa, combinação de opções e transferência de votos entre o primeiro e o segundo sufrágios. 
​O ambiente político fluminense exibe uma polarização ideológica marcante, combinada com a pulverização de candidaturas de expressivo recall público. O alinhamento das pretensões ao Senado com a disputa pelo Governo do Estado — na qual o atual prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), ostenta liderança consolidada nas pesquisas de intenção de voto — exerce influência direta na atratividade e na capacidade de capilaridade dos nomes que buscam representação no Congresso Nacional. 
​Contexto Político-Institucional e Espectro Partidário
​A disputa pelas duas vagas fluminenses no Senado conta com dezesseis candidaturas registradas, cobrindo todo o arco ideológico, desde a esquerda socialista radical até a extrema-direita conservadora. O eleitorado do Rio de Janeiro lida com uma oferta partidária dividida entre figuras consolidadas da política estadual e quadros emergentes da nova direita e da esquerda orgânica. 
​No campo da esquerda e centro-esquerda, a hegemonia da representação é exercida pela deputada federal e ex-governadora Benedita da Silva (PT), apoiada pela Federação Brasil da Esperança. Benedita conta com um eleitorado fiel e com a memória institucional de ter ocupado diversos cargos de relevância pública ao longo de quatro décadas. A vereadora Monica Benício (PSOL) atua como uma candidatura complementar focada em direitos humanos e pautas urbanas. Completam o espectro progressista nomes de siglas da esquerda ideológica, como a Unidade Popular (UP), o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e o Partido da Causa Operária (PCO). 
​O centro e a centro-direita articulam-se prioritariamente em torno da candidatura do deputado federal Pedro Paulo (PSD), principal aposta do grupo político liderado por Eduardo Paes. Pedro Paulo busca posicionar-se como uma opção pragmática de gestão, capaz de atrair o segundo voto tanto de eleitores progressistas quanto de conservadores moderados. O vereador Marcos Dias (Podemos) também transita nesse segmento, apostando na penetração em bases comunitárias e evangélicas. 
​A direita e a extrema-direita apresentam-se fragmentadas em múltiplos polos concorrentes. O Partido Liberal (PL) adotou a postura de lançar duas candidaturas concorrentes: o senador em exercício Carlos Portinho, de perfil institucional e defensoria técnica no Parlamento, e o deputado federal Carlos Jordy, expoente da ala abertamente alinhada ao bolsonarismo. Paralelamente, o Republicanos concorre com duas forças de expressiva inserção popular: o ex-prefeito e ex-senador Marcelo Crivella, ancorado no eleitorado evangélico, e Waguinho, liderança política de grande expressão na Baixada Fluminense. Agremiações como Missão, PRTB e Democrata somam-se a esse bloco com candidaturas de menor densidade eleitoral prévia. 


sábado, 19 de setembro de 2026

Conchavo político ou ativismo judiciário


Sobre a notícia que Fux, pretende destravar os precatórios bloqueados por Jair Messias Bolsonaro. Agora que o governo pode mudar de mãos. 
Esse Eminente quer destravar os precatorios?
E o discurso que vai gerar um gasto enorme para o governo?
E que não pode aumentar bolsa família porque, vai criar um gasto sem cobertura no orçamento?
E é ano eleitoral, por isso não poderemos liberar esses aumentos?
Agora para quem não sabe.
Um precatório é uma requisição de pagamento emitida pela Justiça para cobrar do governo (União, Estados ou Municípios) uma dívida após uma condenação definitiva em processo judicial.
Significa que o governo perdeu em todas as instâncias a possibilidade de não pagar essa dívida.
Muitas delas são referentes a alimentos ou diferenças de reajustes legais.
O que é um precatório bloqueado? 
Um precatório bloqueado significa que o dinheiro foi depositado pelo governo no tribunal, mas o juiz impediu temporariamente o saque ou a movimentação do valor.
Segurança do valor: 
O dinheiro está guardado na conta judicial e não foi perdido.Impossibilidade de saque:
O beneficiário não pode retirar a quantia imediatamente.
Análise pendente: Há uma questão jurídica ou administrativa que precisa de solução, antes da liberação.
🔎 Principais motivos para o bloqueio Disputa de honorários: Discussão sobre o percentual devido ao advogado. 
Penhora de dívidas: O titular possui débitos pendentes (como impostos ou pensão alimentícia) e o valor foi retido para pagar credores. Impugnação do governo: O órgão público questionou o cálculo do valor apresentado.
Dúvidas sobre o herdeiro: Em caso de falecimento do autor da ação, é preciso comprovar quem tem direito ao recebimento.
Se você está passando por isso procure um advogado.
Ou uma defensoria publica.
(Consuta do Google)
Então o Senhor *Doutô*, Presidente anterior, fez mais uma covardia, para não dizer que cometeu crime....
Em bloquear os pagamentos de precatorios na gestão dele.
E veja alguns beneficiarios eram esposas, filhos ou aposentados militares.
É mais um motivo para não se pensar em pôr o filho dele na presidência.
Outra pergunta.
Estaria o antigo presidente criando dificuldades, para no governo seguinte, facilitar a vida dos advogados e das bancas de advogacia?
Imagine....
A OAB não tem nenhum vínculo com o governo.
Apenas dá por vez ou outra uma ajudazinha... Original do meu perfil no X
Entre no meu bate papo com o @geminiapp e faça as perguntas que tiverem ligação com o tema.


quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Entenda a Saúde Financeira e os Riscos dos Principais Bancos Digitais e Fintechs no Brasil


​O mercado financeiro digital no Brasil passou por transformações profundas, revelando um cenário de fortes contrastes. Enquanto grandes instituições consolidadas registram lucros recordes e expansão contínua, outras enfrentaram graves crises de liquidez e intervenções regulatórias severas por parte do Banco Central.
​Para garantir a segurança do seu patrimônio, é fundamental compreender onde o seu dinheiro está depositado e quais são os mecanismos de proteção vigentes para cada tipo de instituição.

Panorama Comparativo: Solidez, Riscos e Garantias
Abaixo, reunimos os principais dados sobre a situação operacional, o nível de risco e as regras de proteção dos principais bancos e contas digitais do país:
Nubank: Nível de risco muito baixo. A instituição mantém alta lucratividade e uma base sólida com mais de 135 milhões de clientes na América Latina. Os investimentos em RDB e a conta de depósitos contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil.
Mercado Pago: Nível de risco muito baixo. Respaldado pelo grupo Mercado Livre, possui operação robusta e lucros crescentes. O saldo mantido em conta fica 100% segregado e aplicado em Títulos Públicos Federais (garantia direta do Tesouro Nacional), enquanto as aplicações em CDBs possuem cobertura do FGC.
PicPay: Nível de risco baixo. Pertencente ao Grupo J&F, a fintech opera no lucro e expandiu sua carteira em crédito consignado e corporativo. A proteção do saldo segue o modelo de segregação em Títulos Públicos Federais, além da garantia do FGC para CDBs.
Banco Digi+: Nível de risco muito alto. Controlado por grupo associado à Rede Record, o banco enfrenta séria crise sob investigação por suspeita de fraude contábil e rebaixamento por agências de risco. Os saldos e investimentos dependem da cobertura do FGC no limite de até R$ 250 mil por CPF.
Will Bank: Situação crítica / inoperante. A instituição teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central junto ao Grupo Master. Os clientes com valores retidos passaram a ter o ressarcimento intermediado pelo FGC.

Rendimento e Liquidez das Contas
Para quem busca rentabilizar o saldo do dia a dia, os modelos de rentabilidade diária e resgate imediato também variam entre as principais opções do mercado:
PicPay: Oferece rendimento automático de 102% do CDI desde o primeiro dia útil sobre o saldo disponível em conta, com liquidez 24/7.
Mercado Pago: Entrega rendimento entre 100% e 105% do CDI (variando conforme metas de depósito ou programas de fidelidade) sem a necessidade de cumprir carência de 30 dias.
Nubank: Mantém rendimento de 100% do CDI desde o primeiro dia útil quando o valor é aplicado no recurso de "Caixinhas" (Reserva de Emergência). Na conta principal, o rendimento é aplicado retroativamente apenas após o 30º dia.

A Importância da Proteção Patrimonial
A divergência entre as fintechs reforça a importância da atenção do consumidor aos limites do Fundo Garantidor de Créditos (R$ 250 mil por CPF e por instituição) e ao modelo de segregação de patrimônio em Títulos Públicos. Acompanhar a saúde financeira das instituições é o primeiro passo para garantir a soberania sobre o próprio dinheiro e evitar surpresas diante de oscilações do mercado.

Depois dess materia hoje o Jornal Valor Econômico, relatou em reportagem 17/09 as 19/09 as 17h 19 m
Banco Digimais, de Edir Macedo, tem prejuízo de R$ 581,4 milhões no 1º semestre
Veja o link aberto no realce Banco Digi+



ATENÇÃO LGBTQUIAP. Vote consciente. Não elejam aproveitadores.



#atencao #lgbtquiap
#voto #eleicao NOSSOS DIREITOS NÃO ESTÃO GARANTIDOS EM LEI.
E quaquer oportunista com ideia invertida pode tirar nossos direitos.
E eu pergunto.
Porque não definiram em lei esses direitos?

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Mudanças Autor Nilo Geronimo Borgna

Imagem @GeminiAPp



Quando percebemos que uma situação está criando dificuldades em nossa vida, qual deve ser o nosso comportamento? Ficar remoendo a situação? Ficar chorando e lamentando? Ou repensar o cenário e definir os motivos que nos levaram até aqui?


Depois de fazer esse balanço, constatamos a necessidade de mudar. Fazer essa faxina e jogar fora muitos itens que nos atrapalham; trocar o velho pelo novo; mudar de lugar o que antes incomodava.
Mas fazer essa mudança não é fácil. Exige coragem, força e determinação. Em muitas situações, o simples fato de admitir a possibilidade de mudar já é um grande passo.

Vamos manter sempre o hábito de fazer um balanço de nossa vida e de nossos comportamentos. Começar assim já ajuda a abrir a janela para ótimas oportunidades.

Nilo Geronimo Borgna


Discurso x Prática: Candidatos com dívidas trabalhistas disputam o voto do trabalhador em 2026

​O Diagnóstico: 343 candidatos em todo o país constam no BNDT com cobranças judiciais definitivas não pagas.   ​Presidência e Ca...