domingo, 20 de setembro de 2026

Panorama Eleitoral do Senado no Rio de Janeiro: Levantamento das Pesquisas e Mapeamento Ideológico das Candidaturas


​A eleição para o Senado Federal no Estado do Rio de Janeiro representa um dos cenários mais estratégicos e complexos do quadro político brasileiro. Por tratar-se de um pleito com renovação de dois terços das cadeiras da Casa Alta, cada eleitor dispõe de dois votos distintos para cargos majoritários decididos em turno único. Essa característica institucional altera profundamente o comportamento do eleitorado e exige das agremiações políticas estratégias refinadas de composição de chapa, combinação de opções e transferência de votos entre o primeiro e o segundo sufrágios. 
​O ambiente político fluminense exibe uma polarização ideológica marcante, combinada com a pulverização de candidaturas de expressivo recall público. O alinhamento das pretensões ao Senado com a disputa pelo Governo do Estado — na qual o atual prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), ostenta liderança consolidada nas pesquisas de intenção de voto — exerce influência direta na atratividade e na capacidade de capilaridade dos nomes que buscam representação no Congresso Nacional. 
​Contexto Político-Institucional e Espectro Partidário
​A disputa pelas duas vagas fluminenses no Senado conta com dezesseis candidaturas registradas, cobrindo todo o arco ideológico, desde a esquerda socialista radical até a extrema-direita conservadora. O eleitorado do Rio de Janeiro lida com uma oferta partidária dividida entre figuras consolidadas da política estadual e quadros emergentes da nova direita e da esquerda orgânica. 
​No campo da esquerda e centro-esquerda, a hegemonia da representação é exercida pela deputada federal e ex-governadora Benedita da Silva (PT), apoiada pela Federação Brasil da Esperança. Benedita conta com um eleitorado fiel e com a memória institucional de ter ocupado diversos cargos de relevância pública ao longo de quatro décadas. A vereadora Monica Benício (PSOL) atua como uma candidatura complementar focada em direitos humanos e pautas urbanas. Completam o espectro progressista nomes de siglas da esquerda ideológica, como a Unidade Popular (UP), o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e o Partido da Causa Operária (PCO). 
​O centro e a centro-direita articulam-se prioritariamente em torno da candidatura do deputado federal Pedro Paulo (PSD), principal aposta do grupo político liderado por Eduardo Paes. Pedro Paulo busca posicionar-se como uma opção pragmática de gestão, capaz de atrair o segundo voto tanto de eleitores progressistas quanto de conservadores moderados. O vereador Marcos Dias (Podemos) também transita nesse segmento, apostando na penetração em bases comunitárias e evangélicas. 
​A direita e a extrema-direita apresentam-se fragmentadas em múltiplos polos concorrentes. O Partido Liberal (PL) adotou a postura de lançar duas candidaturas concorrentes: o senador em exercício Carlos Portinho, de perfil institucional e defensoria técnica no Parlamento, e o deputado federal Carlos Jordy, expoente da ala abertamente alinhada ao bolsonarismo. Paralelamente, o Republicanos concorre com duas forças de expressiva inserção popular: o ex-prefeito e ex-senador Marcelo Crivella, ancorado no eleitorado evangélico, e Waguinho, liderança política de grande expressão na Baixada Fluminense. Agremiações como Missão, PRTB e Democrata somam-se a esse bloco com candidaturas de menor densidade eleitoral prévia. 


sábado, 19 de setembro de 2026

Conchavo político ou ativismo judiciário


Sobre a notícia que Fux, pretende destravar os precatórios bloqueados por Jair Messias Bolsonaro. Agora que o governo pode mudar de mãos. 
Esse Eminente quer destravar os precatorios?
E o discurso que vai gerar um gasto enorme para o governo?
E que não pode aumentar bolsa família porque, vai criar um gasto sem cobertura no orçamento?
E é ano eleitoral, por isso não poderemos liberar esses aumentos?
Agora para quem não sabe.
Um precatório é uma requisição de pagamento emitida pela Justiça para cobrar do governo (União, Estados ou Municípios) uma dívida após uma condenação definitiva em processo judicial.
Significa que o governo perdeu em todas as instâncias a possibilidade de não pagar essa dívida.
Muitas delas são referentes a alimentos ou diferenças de reajustes legais.
O que é um precatório bloqueado? 
Um precatório bloqueado significa que o dinheiro foi depositado pelo governo no tribunal, mas o juiz impediu temporariamente o saque ou a movimentação do valor.
Segurança do valor: 
O dinheiro está guardado na conta judicial e não foi perdido.Impossibilidade de saque:
O beneficiário não pode retirar a quantia imediatamente.
Análise pendente: Há uma questão jurídica ou administrativa que precisa de solução, antes da liberação.
🔎 Principais motivos para o bloqueio Disputa de honorários: Discussão sobre o percentual devido ao advogado. 
Penhora de dívidas: O titular possui débitos pendentes (como impostos ou pensão alimentícia) e o valor foi retido para pagar credores. Impugnação do governo: O órgão público questionou o cálculo do valor apresentado.
Dúvidas sobre o herdeiro: Em caso de falecimento do autor da ação, é preciso comprovar quem tem direito ao recebimento.
Se você está passando por isso procure um advogado.
Ou uma defensoria publica.
(Consuta do Google)
Então o Senhor *Doutô*, Presidente anterior, fez mais uma covardia, para não dizer que cometeu crime....
Em bloquear os pagamentos de precatorios na gestão dele.
E veja alguns beneficiarios eram esposas, filhos ou aposentados militares.
É mais um motivo para não se pensar em pôr o filho dele na presidência.
Outra pergunta.
Estaria o antigo presidente criando dificuldades, para no governo seguinte, facilitar a vida dos advogados e das bancas de advogacia?
Imagine....
A OAB não tem nenhum vínculo com o governo.
Apenas dá por vez ou outra uma ajudazinha... Original do meu perfil no X
Entre no meu bate papo com o @geminiapp e faça as perguntas que tiverem ligação com o tema.


quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Entenda a Saúde Financeira e os Riscos dos Principais Bancos Digitais e Fintechs no Brasil


​O mercado financeiro digital no Brasil passou por transformações profundas, revelando um cenário de fortes contrastes. Enquanto grandes instituições consolidadas registram lucros recordes e expansão contínua, outras enfrentaram graves crises de liquidez e intervenções regulatórias severas por parte do Banco Central.
​Para garantir a segurança do seu patrimônio, é fundamental compreender onde o seu dinheiro está depositado e quais são os mecanismos de proteção vigentes para cada tipo de instituição.

Panorama Comparativo: Solidez, Riscos e Garantias
Abaixo, reunimos os principais dados sobre a situação operacional, o nível de risco e as regras de proteção dos principais bancos e contas digitais do país:
Nubank: Nível de risco muito baixo. A instituição mantém alta lucratividade e uma base sólida com mais de 135 milhões de clientes na América Latina. Os investimentos em RDB e a conta de depósitos contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil.
Mercado Pago: Nível de risco muito baixo. Respaldado pelo grupo Mercado Livre, possui operação robusta e lucros crescentes. O saldo mantido em conta fica 100% segregado e aplicado em Títulos Públicos Federais (garantia direta do Tesouro Nacional), enquanto as aplicações em CDBs possuem cobertura do FGC.
PicPay: Nível de risco baixo. Pertencente ao Grupo J&F, a fintech opera no lucro e expandiu sua carteira em crédito consignado e corporativo. A proteção do saldo segue o modelo de segregação em Títulos Públicos Federais, além da garantia do FGC para CDBs.
Banco Digi+: Nível de risco muito alto. Controlado por grupo associado à Rede Record, o banco enfrenta séria crise sob investigação por suspeita de fraude contábil e rebaixamento por agências de risco. Os saldos e investimentos dependem da cobertura do FGC no limite de até R$ 250 mil por CPF.
Will Bank: Situação crítica / inoperante. A instituição teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central junto ao Grupo Master. Os clientes com valores retidos passaram a ter o ressarcimento intermediado pelo FGC.

Rendimento e Liquidez das Contas
Para quem busca rentabilizar o saldo do dia a dia, os modelos de rentabilidade diária e resgate imediato também variam entre as principais opções do mercado:
PicPay: Oferece rendimento automático de 102% do CDI desde o primeiro dia útil sobre o saldo disponível em conta, com liquidez 24/7.
Mercado Pago: Entrega rendimento entre 100% e 105% do CDI (variando conforme metas de depósito ou programas de fidelidade) sem a necessidade de cumprir carência de 30 dias.
Nubank: Mantém rendimento de 100% do CDI desde o primeiro dia útil quando o valor é aplicado no recurso de "Caixinhas" (Reserva de Emergência). Na conta principal, o rendimento é aplicado retroativamente apenas após o 30º dia.

A Importância da Proteção Patrimonial
A divergência entre as fintechs reforça a importância da atenção do consumidor aos limites do Fundo Garantidor de Créditos (R$ 250 mil por CPF e por instituição) e ao modelo de segregação de patrimônio em Títulos Públicos. Acompanhar a saúde financeira das instituições é o primeiro passo para garantir a soberania sobre o próprio dinheiro e evitar surpresas diante de oscilações do mercado.

Depois dess materia hoje o Jornal Valor Econômico, relatou em reportagem 17/09 as 19/09 as 17h 19 m
Banco Digimais, de Edir Macedo, tem prejuízo de R$ 581,4 milhões no 1º semestre
Veja o link aberto no realce Banco Digi+



ATENÇÃO LGBTQUIAP. Vote consciente. Não elejam aproveitadores.



#atencao #lgbtquiap
#voto #eleicao NOSSOS DIREITOS NÃO ESTÃO GARANTIDOS EM LEI.
E quaquer oportunista com ideia invertida pode tirar nossos direitos.
E eu pergunto.
Porque não definiram em lei esses direitos?

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Mudanças Autor Nilo Geronimo Borgna

Imagem @GeminiAPp



Quando percebemos que uma situação está criando dificuldades em nossa vida, qual deve ser o nosso comportamento? Ficar remoendo a situação? Ficar chorando e lamentando? Ou repensar o cenário e definir os motivos que nos levaram até aqui?


Depois de fazer esse balanço, constatamos a necessidade de mudar. Fazer essa faxina e jogar fora muitos itens que nos atrapalham; trocar o velho pelo novo; mudar de lugar o que antes incomodava.
Mas fazer essa mudança não é fácil. Exige coragem, força e determinação. Em muitas situações, o simples fato de admitir a possibilidade de mudar já é um grande passo.

Vamos manter sempre o hábito de fazer um balanço de nossa vida e de nossos comportamentos. Começar assim já ajuda a abrir a janela para ótimas oportunidades.

Nilo Geronimo Borgna


sexta-feira, 11 de setembro de 2026

: A Sombra de Silvério


Há males que não chegam como tempestade passageira, mas como metástase. A recente teia envolvendo as investigações do caso Dark Horse e a figura de Daniel Vorcaro escancara como redes de influência se infiltram nas entranhas das instituições. Não se trata apenas de um escândalo isolado, mas de um organismo que se alimenta das brechas do poder para estender seus tentáculos.
O cenário parece moderno, mas o enredo é antigo. Lembra a mecânica da Monarquia e nos força a olhar para trás, na Inconfidência Mineira. Ali, o sistema não foi derrubado apenas pela força da coroa, mas pela ganância calculada de Joaquim Silvério dos Reis. O delator que entregou seus pares não buscou a justiça; buscou o perdão de suas dívidas e o peso das honrarias no peito. Silvério saiu ileso, ajeitou a farda e foi premiado por transformar a traição em moeda de troca.
Séculos depois, a história republicana repetiu a receita — dos rachas do governo Collor às intrigações de bastidor das delações premiadas da modernidade. Muda o século, mas a mecânica permanece: a estrutura só expõe suas entranhas quando os operadores das sombras brigam entre si ou tentam salvar a própria pele.
Quando o oportunismo é recompensado e as redes de favorecimento se perpetuam no topo, cabe a pergunta: que tipo de democracia estamos construindo? Uma estrutura que premia quem articula nas sombras e entrega os seus quando o cinto aperta não é soberania popular — é a continuidade dos privilégios coloniais com nova roupagem.
O antídoto para esse ciclo não está nas promessas de palco, mas no escrutínio diário. Votar é apenas o primeiro passo; o verdadeiro dever democrático exige atenção rigorosa à biografia de quem pede o voto e vigilância constante sobre a vida de quem assume o poder. Enquanto a memória for curta e a fiscalização frouxa, os herdeiros de Silvério continuarão a banquetear às custas do país.
Ainda hoje tivemos mais detalhes sobre o caso Master 

Atenção  nos termos realçados, você tera acesso aos links que ampliam o assunto.

Crônica de minha inspiração com o auxílio do GeminiApp 

terça-feira, 8 de setembro de 2026

​O Apocalipse em Modo Avião


Minha inspiração de hoje foi lembrar da música Nostradamus do Ator, humorsta, compositor e gênio 

Eduardo Duzec
Naquela manhã
Eu acordei tarde, de bode
Com tudo que sei
Acendi uma vela
Abri a janela
E pasmei
Alguns edifícios explodiam
Pessoas corriam
Eu disse bom dia Ignorei
Telefonei
Pr'um toque tenha qualquer
E não tinha
Ninguém respondeu
Eu disse: 
Deus, 
Nostradamus
Forças do bem e da maldadeVodu, calamidade, juízo final
Então és tu?
De repente na minha frente
A esquadria de alumínio caiu
Junto com vidro fumê
O que fazer? 
Tudo ruiu
Começou tudo a carcomer
Gritei, ninguém ouviu
E olha que eu ainda fiz psiu!
O dia ficou noite
O sol foi pro além
Eu preciso de alguém
Vou até a cozinha
Encontro Carlota, a cozinheira, morta
Diante do meu pé, 
ZéEu falei, eu gritei, eu implorei
Levanta e serve um café
Que o mundo acabou!
Ouça a música "Nostradamus" de Eduardo Dusek no YouTube:
Vejam como ele parecia adivinhar o que aconteceria decadas depois.

Eu com o meu auxiliar criamos uma crônica sobre esse tema
O relógio da mesa de cabeceira marcava nove e quarenta. Acordei de bode, daqueles mofados que pesam nas pálpebras antes mesmo de o dia começar. Sem paciência para a claridade, tateei o criado-mudo atrás do celular, acendi a luz azul da tela e abri a janela do mundo.
​No feed, o Apocalipse já estava em andamento e contava com milhares de curtidas.
​Notificação urgente: um meteoro de proporções bíblicas se aproximava da Terra. Ao lado, o vídeo em alta definição de um vulcão engolindo uma cidade inteira; logo abaixo, a projeção do aumento da temperatura global para os próximos vinte minutos. O mundo, literalmente, desmoronava em transmissões ao vivo. As pessoas nas redes corriam em pânico digital, postando Stories em caixa alta.
​Eu deslizei o polegar para cima. Bom dia, pensei, e ignorei.
​Arrastei a tela mais um pouco. O Juízo Final estava acontecendo em 4K, mas minha única preocupação real era saber se o entregador do aplicativo conseguiria cruzar o caos urbano para me trazer um café coado. A desgraça do planeta que esperasse na fila; eu tinha uma preguiça monumental para administrar.
​Há quarenta anos, Eduardo Dussek cantava sobre olhar a destruição pela janela do quarto e implorar para a cozinheira passar o café enquanto os edifícios explodiam. A piada mudou de endereço, mas o cinismo continua o mesmo. A diferença é que a nossa janela agora é de vidro temperado e cabe no bolso.
​Nós nos tornamos espectadores profissionais da própria ruína. O mundo pega fogo, a estrutura social estala e a gente continua ali, no sofá, rolando a tela com o polegar anestesiado, alimentando a ansiedade com desgraça alheia enquanto espera a vida esquentar. É o voyeurismo do fim dos tempos.
​Lá fora, a inteligência artificial assumia o controle, o dólar disparava e o profeta da vez anunciava a hora exata do impacto. Aqui dentro, o café finalmente chegou. Dei o primeiro gole, olhei para a notificação de fim do mundo na tela e fechei o aplicativo.
​Afinal, para quem acorda de bode, o fim do mundo é só mais uma terça-feira.
Inspiração Nilo Borgna cosultoria Gemini IA











Panorama Eleitoral do Senado no Rio de Janeiro: Levantamento das Pesquisas e Mapeamento Ideológico das Candidaturas

​A eleição para o Senado Federal no Estado do Rio de Janeiro representa um dos cenários mais estratégicos e complexos do quadro ...