quinta-feira, 3 de setembro de 2026

*O golpe por dentro do Supremo* Luciana Bauer e Reynaldo Aragon

Imagem gerada via GeminiApp by @niloninjativista



André Mendonça abre o maior golpe desferido no STF às vésperas da eleição e transforma a própria instituição em campo de batalha da guerra híbrida contra o Brasil

Por *O golpe por dentro do Supremo*. Luciana Bauer e Reynaldo Aragon 

Às vésperas da eleição presidencial, André Mendonça transforma elementos de uma investigação ainda sem conclusão judicial em combustível para uma guerra interna no STF, rompendo – de forma brutal e sem arcabouço constitucional que o embase – o equilíbrio institucional da Corte. Uma frente de desestabilização que converge com os interesses da extrema direita brasileira e com a ofensiva dos Estados Unidos contra a soberania política e digital do Brasil.

Quando o Estado é colocado contra o próprio Estado

A pouco mais de um mês da eleição presidencial, o golpe mudou de lugar. Em 8 de janeiro de 2023, foi preciso quebrar vidraças, arrombar portas e invadir o Supremo Tribunal Federal. Agora, a desestabilização avança por dentro da própria institucionalidade. André Mendonça, ministro do STF, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral e um dos magistrados responsáveis pela condução do processo eleitoral, retirou o sigilo de material ainda submetido à apuração, expôs uma investigação que alcança integrantes das mais altas estruturas do Estado e lançou o Supremo numa guerra interna cujas consequências ultrapassam qualquer disputa pessoal com Alexandre de Moraes.

É preciso dizer desde o início o que está e o que não está em discussão. Não existe, até aqui, conclusão judicial que permita condenar Moraes pelas informações que emergiram do caso Banco Master. Se houver crime, que seja investigado, provado e punido. O problema é precisamente outro. Antes que a Justiça produzisse uma verdade processual, a suspeita foi lançada ao espaço público como fato político. Em poucas horas, Moraes, Paulo Gonet, Andrei Rodrigues, servidores do Banco Central e Gabriel Galípolo passaram a habitar a mesma atmosfera de suspeição de forma centripetra e possivelmente coordenada com a imprensa e vazadores que desde a Lava Jato operam impunes. A extrema direita imediatamente transformou essa matéria bruta em arma eleitoral. O STF deixou de aparecer como instituição capaz de processar uma crise e passou a aparecer como parte da própria crise.

É aqui que o acontecimento revela sua verdadeira dimensão. Um golpe no século XXI não precisa começar com tanques diante do Congresso. Pode começar quando os mecanismos do Estado são utilizados de maneira a destruir a confiança no próprio Estado, quando o procedimento antecede a prova, quando o vazamento produz sentença social antes do contraditório e quando uma instituição é empurrada para a guerra contra si mesma. O que André Mendonça abriu não é apenas uma crise no Supremo. É uma fissura no centro do sistema de contenção democrática brasileiro no momento exato em que esse sistema será colocado à prova pelas eleições de 2026. Mendonça hoje foi mais eficaz que as turbas ensandecidas a depredar o Supremo no dia do Golpe. 

Se Cunha iniciou o golpe de 2016. Mendonça pode ter iniciado o próximo golpe de 2027 dando tons de messianismo constitucional ao que podemos taxar de conduta totalmente inconstitucional para com seus pares. 

O Supremo é julgado por um plenário e não pela imprensa. Mendonça não opera mais dentro das quatro linhas do estado de direito.

O ministro terrivelmente lavajatista Mendonça não apenas recebeu informações produzidas pela Polícia Federal. Ele movimentou a máquina. Determinou que a PF elaborasse, em 72 horas, um relatório específico sobre referências a Alexandre de Moraes, Paulo Gonet e Andrei Rodrigues, separou esse material em uma nova frente processual, abriu vista à Procuradoria-Geral da República e, antes mesmo de uma manifestação conclusiva do Ministério Público, retirou o sigilo e empurrou o caso para o centro da arena pública. Depois, pediu que o assunto fosse levado a uma sessão presencial do Plenário. A sucessão dos atos importa porque revela algo maior do que uma divergência jurídica: uma investigação ainda em formação foi convertida, por decisão institucional, em acontecimento político nacional.

É nesse ponto que o método se torna tão grave quanto o conteúdo. A direção da Polícia Federal reagiu duramente e passou a questionar se o relator havia ultrapassado a função de supervisionar a investigação para assumir um papel ativo na produção de uma linha investigativa própria. Ministros do Supremo falaram em ruptura das regras internas e em um ambiente de vale-tudo. A PGR foi colocada numa posição ainda mais delicada, porque aparece ao mesmo tempo como instituição responsável por controlar juridicamente a investigação e como uma das estruturas atingidas pelas referências reveladas. O resultado é um curto-circuito institucional: quem investiga passa a ser questionado, quem fiscaliza passa a integrar a crise e quem deveria arbitrar o conflito passa a lutar pela própria legitimidade.

A guerra híbrida opera exatamente nessa zona cinzenta. Ela não precisa fabricar documentos falsos quando pode explorar documentos verdadeiros fora de seu tempo processual. Fora da logica constitucional e dos direitos e garantias fundamentais. Não precisa inventar uma acusação quando pode retirar um fragmento de contexto, lançá-lo na circulação pública e deixar que o ecossistema político produza a condenação. O tempo jurídico exige prova. O tempo informacional exige impacto. Quando esses dois tempos entram em choque, vence primeiro quem controla a percepção. 

Por isso, o ato mais poderoso não foi a descoberta de uma mensagem, mas a transformação da investigação em espetáculo antes que a própria investigação pudesse dizer o que aquelas mensagens significavam. A partir desse instante, a Justiça deixou de conduzir sozinha o processo. A opinião pública, as redes, as campanhas eleitorais e os interesses políticos passaram a disputar o sentido do material em tempo real. E quando o sentido é capturado antes da prova, o processo continua aberto nos autos, mas a sentença política já começou a ser executada nas ruas. 

As portas de um novo golpe com STF com tudo estão abertas: um novo golpe com o supremo fragilizado e vilipendiado como estamos vendo por um dos seus próprios ministros sera matéria fácil para ser tragado pelo próximo golpista de plantão em eleições.

É aqui que a crise deixa de ser apenas jurídica e revela sua natureza histórica. A guerra híbrida não precisa destruir o Estado de uma vez. Sua forma mais eficiente é fazê-lo perder progressivamente a capacidade de reconhecer quem o ataca, enquanto suas próprias instituições são empurradas umas contra as outras. O conflito passa a utilizar a legalidade, a informação, a economia, a tecnologia e a disputa eleitoral como partes de uma mesma correlação de forças. Tudo continua aparentemente funcionando. Os tribunais julgam, a polícia investiga, a imprensa publica, as plataformas distribuem, os candidatos discursam. Mas, por baixo dessa normalidade, a autoridade que sustenta o conjunto começa a ser corroída.

A contradição é brutal. O STF, que depois de 8 de janeiro se tornou uma das principais barreiras institucionais contra a extrema direita golpista, passa agora a produzir diante do país a imagem de uma Corte dividida, desconfiada de si mesma e incapaz de estabelecer sequer um terreno comum para processar a própria crise. A Polícia Federal contesta o procedimento de um ministro do Supremo. A Procuradoria-Geral da República é chamada a fiscalizar uma investigação na qual seu próprio chefe aparece mencionado. O Banco Central entra no circuito da suspeição. Em vez de uma instituição proteger a estabilidade da outra, forma-se uma cadeia de atritos capaz de consumir a legitimidade de todas.

Essa é uma das formas mais perigosas da guerra política contemporânea porque transforma a força do Estado em matéria-prima de sua própria vulnerabilidade. Não é preciso fechar o Supremo se for possível esvaziar sua autoridade. Não é preciso dissolver a Justiça Eleitoral se for possível fazer milhões de pessoas duvidarem de sua neutralidade antes da votação. Não é necessário impedir formalmente o funcionamento da democracia quando se consegue destruir a confiança coletiva sem a qual suas instituições se tornam apenas edifícios, cargos e ritos.

Para um país do Sul Global, essa dinâmica tem um peso ainda maior. Estados submetidos historicamente à dependência econômica, tecnológica e informacional não enfrentam apenas disputas domésticas. Suas crises internas são atravessadas por interesses externos capazes de explorar cada fissura. É nesse ponto que o conflito brasileiro deixa de ser apenas uma guerra entre ministros e passa a revelar uma disputa pela capacidade do próprio Brasil de decidir seu destino. O golpe híbrido começa exatamente assim: não quando a Constituição desaparece, mas quando as forças que deveriam sustentá-la passam a corroer umas às outras.

A essa altura, a crise já não pertence apenas ao Supremo. Ela entra diretamente na disputa eleitoral e encontra uma estrutura de interesses muito maior do que a briga entre ministros. Mendonça é vice-presidente do TSE e atua na propaganda das eleições de 2026. O primeiro turno está a pouco mais de um mês. No mesmo momento em que o STF se fragmenta, a extrema direita transforma o material do caso Master em arma de campanha, desloca o centro do debate e converte suspeitas ainda não julgadas em certezas políticas prontas para circular nas redes. O que a Justiça ainda precisa investigar, a máquina eleitoral já aprendeu a explorar.

É também nesse ponto que a crise brasileira encontra Washington. O governo dos Estados Unidos já transformou decisões do STF sobre plataformas digitais em questão estratégica, aplicou sanções contra Alexandre de Moraes, utilizou tarifas e instrumentos comerciais como pressão sobre o Brasil e tratou a regulação das Big Techs como conflito de interesse nacional norte-americano. Moraes tornou-se alvo não apenas da extrema direita brasileira, mas de uma estrutura de coerção externa que enxerga nas decisões brasileiras sobre plataformas, dados e soberania digital um obstáculo aos interesses econômicos e políticos dos Estados Unidos.

Não há prova de que André Mendonça receba ordens de Washington. E afirmar isso sem evidência destruiria a força do argumento. O que existe é algo mais concreto e, do ponto de vista do realismo político, suficiente para exigir atenção: uma convergência objetiva de interesses. A extrema direita precisa enfraquecer o STF para reconstruir sua capacidade de ação. As Big Techs precisam reduzir a capacidade regulatória do Estado brasileiro. Washington pressiona as instituições que impõem limites às empresas norte-americanas e à sua projeção política. E, no centro dessa correlação de forças, uma crise interna aberta pelo próprio Supremo atinge exatamente a instituição que vinha funcionando como uma das últimas barreiras contra esses interesses.

É assim que a guerra híbrida amadurece. Ela não exige que todos os atores estejam reunidos na mesma sala. Basta que forças distintas descubram que podem avançar na mesma direção. O capital transnacional quer liberdade para operar. A extrema direita quer recuperar poder. Washington quer disciplinar um Brasil que regula plataformas, fortalece o BRICS e reivindica autonomia estratégica. As redes digitais precisam apenas converter cada fissura em espetáculo, cada dúvida em indignação e cada indignação em comportamento político. O tabuleiro se move sem que seja necessário um comando único.

Para um país periférico, esse é o ponto em que a disputa interna deixa de ser doméstica. O Brasil não enfrenta somente uma eleição. Enfrenta a tentativa permanente de decidir se continuará sendo um Estado capaz de impor regras ao capital, às plataformas e às potências estrangeiras ou se voltará à condição histórica que o sistema internacional reservou ao Sul Global: mercado, território, fonte de dados e espaço político administrado de fora para dentro. Quando a instituição que deveria conter essa pressão começa a se romper internamente, o problema deixa de ser apenas jurídico. Torna-se uma questão de soberania.

É preciso chegar ao fim sem cair na armadilha mais fácil: transformar Alexandre de Moraes em símbolo intocável. Não é disso que se trata. Se houver crime, que se investigue. Se houver prova, que se puna. A defesa da democracia não pode depender da blindagem de pessoas. Ela depende da preservação de regras, procedimentos, instituições e da capacidade coletiva de distinguir investigação de condenação, indício de prova, informação de sentença.

É exatamente essa fronteira que está sendo destruída. A suspeita começou em Moraes, alcançou Gonet, Andrei Rodrigues, servidores do Banco Central e Galípolo, e já produz o ambiente necessário para atingir o próprio governo. Esse é o mecanismo. Não é necessário provar que todo o Estado está corrompido. Basta produzir a percepção de que nenhuma instituição merece confiança. Quando tudo parece contaminado, qualquer ruptura pode ser apresentada como limpeza.

O Brasil conhece esse caminho. Em 2016, a ruptura foi construída por dentro das instituições, legitimada por procedimentos formalmente existentes e alimentada por uma máquina política e midiática que transformou exceção em normalidade. Em 8 de janeiro de 2023, a extrema direita tentou converter a deslegitimação acumulada em força física. Em 2026, o método pode estar atingindo um estágio mais sofisticado: utilizar as próprias contradições do Estado para enfraquecer sua capacidade de resistir.

É isso que precisa ser denunciado agora, antes que a fumaça esconda o incêndio. Golpes não começam no momento em que a Constituição é rasgada. Começam quando a sociedade é preparada para acreditar que ela já não serve, que seus tribunais não merecem confiança, que suas instituições são inimigas e que somente uma força externa ao pacto democrático pode restaurar a ordem.

Desta vez, talvez não precisem invadir o Supremo.

Basta fazê-lo desabar por dentro. 

A lava jato mais uma vez, ao nunca ser corretamente enfrentada pelos três poderes, ganhou.

Artigo publicado

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Como votar para Senador esse ano?

Nas eleições de 2026 para o Senado Federal em São Paulo, o estado renovará parte de suas cadeiras conforme as regras da Justiça Eleitoral. [1, 2] 
Para informações completas e atualizadas sobre o número de vagas em disputa, regras para o preenchimento na urna eletrônica, procedimentos de votação e orientações oficiais, consulte a página oficial do [Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP)](https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Agosto/eleicoes-2026-confira-a-ordem-dos-6-votos-na-urna-e-como-usar-a-colinha-eleitoral) ou acompanhe as atualizações normativas disponibilizadas pelo [Senado Notícias](https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/07/14/eleitor-escolhera-dois-senadores-neste-ano-veja-como-votar).

[1] [https://www.instagram.com](https://www.instagram.com/reel/Db5kMsyBfaG/)
[2] [https://g1.globo.com](https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/eleicoes/2026/noticia/2026/08/31/eleicoes-2026-veja-todos-os-candidatos-ao-senado-por-sao-paulo.ghtml)

Para obter informações precisas e atualizadas sobre como votar para o cargo de senador, incluindo regras de preenchimento da urna eletrônica, consulte as diretrizes oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP). 

​Milhões em Jogo: O Que O COAF Revelou e a TV Tentou Esconder.


​O dever do jornalismo e a tática do desvio de foco
​A recente cobertura jornalística sobre os desdobramentos de investigações financeiras de grande porte trouxe à tona uma discussão indispensável sobre a ética e os critérios de apuração da imprensa. Quando veículos de imprensa destacam os questionamentos de senadores a respeito da condução de investigações como o Caso Dark Horse (também referido no debate público como Cavalo Branco), o público espera um aprofundamento rigoroso dos fatos.
​Essa expectativa torna-se ainda mais premente diante das recentes revelações do COAF, que indicam que as movimentações financeiras ligadas a figuras centrais do caso, como o empresário Vorcaro, ultrapassam significativamente os valores divulgados anteriormente. Trata-se de um dado concreto, de alto interesse público e com impacto direto na transparência do sistema financeiro e institucional.
​No entanto, o que se observa na conduta de certas coberturas é a rápida transição de foco: em tom estridente e alarmista, prioriza-se uma nova pauta — como os desdobramentos envolvendo o ministro Alexandre de Moraes — em detrimento da continuidade investigativa do caso anterior. Surge, então, a provocação inevitável: um escândalo perde sua relevância apenas porque outro acabou de emergir?
​Tratar investigações em andamento como pautas descartáveis compromete a função social do jornalismo. O compromisso da imprensa não deve ser guiado pelo sensacionalismo momentâneo ou pela conveniência de "mudar de assunto", mas sim pela perseverança em fiscalizar o poder e informar a sociedade com rigor, constância e imparcialidade.
Comente ou pense sobre esse artigo.

domingo, 30 de agosto de 2026

As Rupturas na política, são bem vindas.

Todas as rupturas são bem vindas!

É sinal que a peneira das vaidades está funcionando.
Há que se fazer uma mudança geral.
Mudar principalmente a regra das eleições.
Não está certo uma pessoa, novata na política, se candidatar a cargo majoritário.
Deveríamos ter um #Sisu para candidatos a cargos eletivos.
.

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Qual foi o levantamento do caso PCS Saleme?

Postagem Threads em 21 /10/2024
Hoje dia 21 de outubro. O governador aceitou a exoneração de todos os integrantes da #FundacaoSaude cuja a
presidente tem relação parental com o deptd Luizinho.
E alegou q o @HEMORIO não tinha capacidade de fazer os exames de HIV p o governo. DeuNoQDeu #LaboratorioFake #vivaosus










O escândalo do PCS Lab Saleme, ocorrido no Estado do Rio de Janeiro, envolveu a contaminação por HIV de seis pacientes transplantados devido a erros e fraudes no controle de qualidade de exames laboratoriais.  
​O Caso
​Em outubro de 2024, veio a público que seis pessoas que receberam órgãos doados via Central Estadual de Transplantes do RJ testaram positivo para o vírus HIV. A investigação apontou que os laudos emitidos pelo PCS Lab Saleme (contratado emergencialmente pelo Governo do Estado) declararam falsamente que os doadores estavam livres de doenças infectocontagiosas.
​As apurações demonstraram falhas graves de procedimentos e adulterações deliberadas nos controles de reagentes para redução de custos contratuais. O laboratório foi interditado pela Vigilância Sanitária e pela Anvisa.  
​Desdobramentos e Situação Atual
​Ação Penal e Pedido de Condenação: O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) ofereceu denúncia contra os sócios e funcionários do laboratório. O processo tramita na 2ª Vara Criminal de Nova Iguaçu. Recentemente, o MPRJ formalizou o pedido final de condenação dos acusados por lesão corporal gravíssima, associação criminosa e falsidade ideológica.  
​Situação dos Réus: Seis réus figuram na ação penal — entre eles os sócios Walter Vieira e Matheus Vieira. Todos responderam a períodos de prisão preventiva logo após a deflagração da Operação Oclean da Polícia Civil. Atualmente, eles aguardam o julgamento em liberdade (ou prisão domiciliar no caso de uma das funcionárias), sob medidas cautelares, como retenção de passaporte e proibição do exercício da atividade médica/laboratorial.  
​Impactos na Saúde Pública e Reanálise: O Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Secretaria de Estado de Saúde do RJ (SES-RJ) retestaram centenas de amostras de doadores que haviam passado pelo laboratório, descartando novos casos de contaminação cruzada além das vítimas confirmadas. O Hemorio assumiu emergencialmente a sorologia dos doadores de órgãos no estado.
​Apuração de Improbidade e Licitação: A apuração foi estendida aos processos de licitação e contratação pública celebrados entre a Fundação Saúde do Estado do RJ e o PCS Lab Saleme, visando checar responsabilidade administrativa e de agentes públicos envolvidos na contratação da empresa.
​Assistência às Vítimas: Os seis pacientes infectados continuam sob protocolo intensivo de acompanhamento médico e com a medicação antirretroviral fornecida pelo SUS, além de moverem ações individuais de indenização por danos morais e materiais contra o Estado e a empresa. Atualização 26/08/2026 via @geminiapp 



domingo, 7 de junho de 2026

Rodrigo Bacellar está planejando Fazer Delação Premiada?

Vi essa postagem na rede.

Preso há dois meses, o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, bolsonarista Rodrigo Bacellar, estruturou colaboração premiada que pode atingir diversos agentes públicos. Meninos, vem bomba. Ninguém morrerá de tédio em 2026.

Rodrigo Bacellar estruturou e entregou uma colaboração premiada. A afirmação de que ele estaria em vias de delatar esquemas envolvendo o governo do Rio de Janeiro é tratada como um boato infundado e uma manobra na disputa política local.

Diário da Guanabara
Apesar de a premissa de que o ex-parlamentar está preso ser verdadeira, os detalhes sobre a delação são negados tanto pela sua defesa quanto por aliados. Veja os fatos checados:

G1
+1
Situação jurídica: Rodrigo Bacellar (União Brasil) teve seu mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foi preso pela Polícia Federal por ordem do ministro Alexandre de Moraes. O inquérito apura seu suposto envolvimento em vazamento de informações sigilosas e obstrução de investigações ligadas ao crime organizado.

Migalhas
+2
A suposta delação: Informações divulgadas na mídia de que Bacellar teria estruturado um acordo de delação premiada (envolvendo cifras de até R$ 300 milhões e citando secretarias estaduais) foram categoricamente refutadas. Interlocutores ligados ao ex-deputado classificam a narrativa como "notas plantadas" para agitar o cenário político.

Diário da Guanabara
Posicionamento oficial: Nem o Ministério Público, nem as autoridades policiais, nem a defesa de Bacellar confirmaram publicamente qualquer tratativa de colaboração premiada.

Diário da Guanabara
Para mais informações sobre as investigações em curso, você pode acompanhar as atualizações processuais no portal do Supremo Tribunal Federal.
Rodrigo Bacellar é preso novamente pela Polícia ... - G1
27 de mar. de 2026 — ... Rodrigo Bacellar foi preso em casa, em Teresópolis, nesta sexta-feira (27) pela Polícia Federal, em um mandado expedido pelo STF. Ele foi encaminhado à Supe...

G1
Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj, é ...
28 de mar. de 2026 — * Apoiadores. Fomentadores. * Quem Somos. ... Diante desse cenário, o ministro concluiu pela necessidade do restabelecimento da prisão preventiva. * Processo: P...

Migalhas

5:40
PF indicia Rodrigo Bacellar, TH Joias por ligação com o CV

YouTube·CNN Brasil

0:46
Rodrigo Bacellar, TH Joias e mais 3 são indiciados pela PF ...

YouTube·g1
Não existe proposta de delação de Rodrigo Bacellar ...
6 de jun. de 2026 — Informações disseminadas em sites e redes sociais sobre eventual colaboração premiada do ex-parlamentar fluminense são classificadas como “notas plantadas” * A ...

Diário da Guanabara
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Instagram · j3news.rj
Mais de 610 marcações "Gostei" · há 1 dia
A delação de Rodrigo Bacellar pode redesenhar o mapa ...
0:05
POLÍTICA FAKE NEWS SOBRE BACELLAR dgrj.com.br dgrj. ... Rodrigo Bacellar, presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, preso ...
Não inclui: Meninos, ‎morrerá ‎tédio
Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro
4,4(669)‧Repartição pública no Rio de Janeiro‧Fechado





quarta-feira, 29 de abril de 2026

JUSTIÇA POR ORELHA!

BOMBA 

A família do maior tenista do país Guga Kuerten, é vice presidente da empresa das câmeras de segurança onde continham as filmagens da agressão contra o Orelha.

> Dois dias antes do crime, o sobrinho do Gustavo Kuerten estava descontrolado com os cachorros pois eles destruíram seu drone 
> O sobrinho do tenista é citado oficialmente no inquérito 


> Vazou vídeo dele essa semana debochando da morte do cão Orelha
> Mesmo sendo citado oficialmente, ele sequer foi depor pelos privilégios
> Guga Kuerten nunca se posicionou sobre o caso mesmo sendo embaixador da causa animal, ganhando milhões ao ser patrocinado pela empresa MSD saúde animal 
> Guga Kuerten tem ligação com o governador Jorginho Mello e há várias fotos dos dois juntos


> Agora investigadores conseguiram documentos onde mostram que a empresa das câmeras de segurança pertence à família Kuerten
> Em vídeo vazado, os porteiros dizem que eles deveriam vazar as câmeras, já que usaram eles e não dão mais dinheiro.
> O conselheiro fiscal do Instituto Guga Kuerten também foi vice-presidente do dono da ORSEGUPS no Sindicato das Empresas de Segurança Privada.

Tirem suas próprias conclusões.
Xtwitterx Kaarolzx

*O golpe por dentro do Supremo* Luciana Bauer e Reynaldo Aragon

Imagem gerada via GeminiApp by @niloninjativista André Mendonça abre o maior golpe desferido no STF às vésperas da eleição e tra...