domingo, 20 de setembro de 2026

Alerj 2026: 20 novos nomes para acompanhar na disputa por uma cadeiraPor Nilo Ninja Ativista

Palacio Tiradentes.



A eleição de 2026 para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) chega à reta final com uma disputa envolvendo centenas de candidaturas para as 70 cadeiras do Legislativo estadual.
Entre os candidatos estão deputados que buscam a reeleição, ex-parlamentares, vereadores, ex-prefeitos e pessoas que tentam pela primeira vez conquistar uma vaga na Assembleia.
Nesta reportagem, o foco está em 20 nomes que não ocupam atualmente uma cadeira de deputado estadual na Alerj e que apresentam algum dado público relevante para acompanhamento eleitoral.
A proposta não é prever quem será eleito. É reunir informações que permitam ao leitor acompanhar a disputa com base em dados públicos.
Como avaliar a disputa?
A eleição para deputado estadual utiliza o sistema proporcional. Portanto, não basta observar apenas a quantidade de votos recebida individualmente por cada candidato.
A votação dos partidos e federações participa do cálculo da distribuição das cadeiras, juntamente com o quociente eleitoral, o quociente partidário e as regras de distribuição das sobras.
Por isso, uma votação municipal anterior, uma pesquisa de lembrança espontânea ou o volume de recursos de campanha são indicadores diferentes e não podem ser tratados como previsão automática do resultado.
20 nomes que estão no radar
1. Pedro Duarte — PSD
Vereador do Rio de Janeiro, Pedro Duarte disputa uma cadeira na Alerj em 2026. Sua experiência eleitoral mais recente é a eleição municipal de 2024, quando conquistou mandato de vereador.
Sua candidatura representa um movimento de passagem da política municipal para a disputa estadual.
2. Flávio Valle — PSD
Também vereador do Rio, Flávio Valle está entre os nomes do PSD que disputam uma vaga na Assembleia.
O principal dado eleitoral anterior é sua votação na eleição municipal de 2024, quando conquistou uma cadeira na Câmara Municipal.
3. Joyce Trindade — PSD
Vereadora do Rio de Janeiro, Joyce Trindade chega à disputa estadual depois de uma votação expressiva nas eleições municipais de 2024.
O dado demonstra uma base eleitoral municipal anterior, mas não permite estabelecer automaticamente qual será sua votação estadual.
4. Nelsinho Ruas — PL
Vereador de São Gonçalo, Nelsinho Ruas representa uma candidatura com base política na Região Metropolitana.
Sua votação municipal de 2024 é um dos principais dados objetivos para acompanhar sua transição para uma eleição estadual.
5. Luciana Boiteux — PSOL
Vereadora do Rio de Janeiro, Luciana Boiteux disputa uma vaga na Alerj pela chapa PSOL/Rede.
Seu resultado eleitoral de 2024 fornece um parâmetro de votação anterior, enquanto a candidatura estadual permite acompanhar sua expansão para uma disputa de âmbito estadual.
6. Leonel de Esquerda — PT
Vereador do Rio, Leonel de Esquerda integra a federação PT/PCdoB/PV.
Além da votação municipal de 2024, ele já possui experiência anterior em eleição estadual, o que permite comparar sua trajetória eleitoral.
7. Maíra do MST — PT
Vereadora do Rio de Janeiro, Maíra do MST integra a chapa estadual da Federação Brasil da Esperança.
Sua eleição para a Câmara Municipal em 2024 constitui o principal dado eleitoral recente disponível.
8. Felipe Pires — PT
Felipe Pires também chega à disputa estadual depois de participar da eleição municipal de 2024.
O desempenho naquela eleição é um dos elementos que podem ser utilizados para acompanhar a evolução de sua trajetória eleitoral.
9. Rafael Satiê — PL
Vereador do Rio de Janeiro, Rafael Satiê integra a nominata do PL para deputado estadual.
Seu mandato municipal e sua votação em 2024 formam o histórico eleitoral mais recente antes da disputa estadual.
10. Fernando Armelau — PL
Vereador do Rio, Fernando Armelau também está na disputa pela Alerj.
Como nos demais casos, a votação municipal anterior é um dado histórico, e não uma previsão de votação em 2026.
11. Gigi Castilho — Republicanos
Vereadora do Rio de Janeiro, Gigi Castilho disputa uma cadeira estadual pelo Republicanos.
Sua passagem pela política municipal fornece uma referência eleitoral anterior.
12. Diego Faro — PL
Vereador do Rio, Diego Faro aparece entre os candidatos que tentam ampliar sua atuação do Legislativo municipal para o estadual.
A votação obtida em 2024 é um dos dados disponíveis para acompanhar essa mudança de escala eleitoral.
13. Rodrigo Vizeu — MDB
Rodrigo Vizeu integra a disputa estadual pelo MDB.
Seu histórico eleitoral municipal também pode ser utilizado como referência para acompanhar a candidatura.
14. Vantoil Martins — PSB
Vantoil Martins chega à eleição estadual com uma trajetória diferente de vários candidatos desta lista: foi prefeito de Iguaba Grande.
Sua experiência à frente do Executivo municipal constitui um elemento relevante de sua trajetória política, embora não permita antecipar o resultado da eleição para deputado estadual.
15. Wagner Tavares — PSB
Wagner Tavares disputa uma vaga na Alerj pelo PSB.
O candidato teve participação na eleição municipal de 2024 e possui atuação política associada à Ilha do Governador.
16. Dra. Gabriela — PL
Dra. Gabriela aparece como um dos nomes que merecem acompanhamento também por outro motivo: seu nome aparece nas pesquisas de lembrança espontânea da Vetor Arrow.
Em uma das rodadas recentes, ela aparece entre os nomes mais lembrados para deputado estadual. Esse dado é diferente de uma pesquisa convencional de intenção de voto e não deve ser interpretado como previsão de eleição.
17. Elika Takimoto — PT
Elika Takimoto também aparece nas medições da Vetor Arrow para deputado estadual.
A presença nas pesquisas fornece uma informação adicional à sua trajetória política e eleitoral. O levantamento mede citações espontâneas e, portanto, deve ser analisado juntamente com outros dados.
18. Leo Lupi — PDT
Leo Lupi integra a nominata do PDT para deputado estadual.
Seu nome aparece na relação de candidaturas divulgada com base nos registros da Justiça Eleitoral.
19. Ricardo da Karol — PSDB/Cidadania
Ricardo da Karol integra a chapa da Federação PSDB/Cidadania.
Sua candidatura aparece entre os nomes relacionados à disputa estadual de 2026.
20. Felipe RR Soares — PSDB/Cidadania
Felipe RR Soares também integra a chapa PSDB/Cidadania.
Há ainda um dado histórico importante: ele disputou uma vaga de deputado estadual em 2022 e obteve votação naquela eleição. Portanto, embora não seja deputado estadual atualmente, também não deve ser classificado como estreante absoluto em eleições para a Alerj.
E as pesquisas?
A pesquisa Vetor Arrow oferece uma das referências públicas disponíveis para acompanhar a lembrança espontânea dos candidatos.
Em uma rodada divulgada em setembro, Márcio Canella aparecia com o maior número acumulado de citações, enquanto Flávio Serafini e Rosenverg Reis estavam empatados na segunda posição. Léo Vieira Filho e Renata Souza haviam entrado no grupo dos dez nomes mais lembrados. Dra. Gabriela aparecia logo depois do grupo principal.
O próprio levantamento faz uma ressalva fundamental: as citações espontâneas não constituem uma previsão do resultado final.
O fator partido
Outro dado importante é o desempenho das chapas.
Uma pesquisa Vetor sobre a distribuição potencial de cadeiras mostrou diferenças entre os partidos e federações na disputa estadual. O levantamento estimou diferentes quantidades de cadeiras para as principais forças políticas, demonstrando por que a análise individual dos candidatos não é suficiente para compreender uma eleição proporcional.
Isso significa que o eleitor deve observar simultaneamente:
• o candidato;
• o partido ou federação;
• a votação individual;
• a votação coletiva da chapa;
• as pesquisas disponíveis;
• a situação jurídica da candidatura.
Situação jurídica também precisa ser acompanhada
A situação dos registros eleitorais pode mudar durante a campanha.
Em setembro, por exemplo, o TRE-RJ informou novos indeferimentos de registros de candidaturas. O tribunal também esclarece que determinadas decisões podem ser objeto de recurso e que a situação de cada candidatura deve ser conferida no sistema oficial.
Por isso, uma lista publicada em determinado dia não deve ser considerada definitiva sem verificar novamente o registro.
O DivulgaCandContas, administrado pela Justiça Eleitoral, permite consultar candidaturas, situação do registro, bens declarados e informações eleitorais. O TRE-RJ informa que o sistema é atualizado continuamente.
O que observar até a votação?
Com a aproximação do primeiro turno, alguns indicadores podem ser acompanhados de forma objetiva:
1. Pesquisas: verificar se determinado nome aparece e como suas citações variam entre as rodadas.
2. Histórico eleitoral: comparar resultados anteriores, lembrando que eleições municipais e estaduais possuem eleitorados e dinâmicas diferentes.
3. Campanha: acompanhar receitas e despesas declaradas oficialmente.
4. Partido ou federação: observar o desempenho coletivo da chapa.
5. Situação jurídica: verificar se o registro está deferido, indeferido ou sob recurso.
6. Votação final: somente o resultado oficial das urnas determinará quem ocupará as 70 cadeiras da Alerj.
Informação antes da escolha
A eleição proporcional costuma ser mais complexa do que a disputa majoritária porque o resultado depende simultaneamente da votação individual e da votação coletiva das legendas.
Por isso, acompanhar candidatos novos exige mais do que procurar uma lista de “favoritos”.
O caminho mais seguro é comparar dados verificáveis, pesquisas, histórico eleitoral, situação jurídica e informações de campanha, sempre distinguindo aquilo que já aconteceu daquilo que ainda é apenas expectativa.
Fontes
Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ); Tribunal Superior Eleitoral (TSE); DivulgaCandContas; pesquisa Vetor Arrow; Diário do Rio; Agenda do Poder e demais fontes jornalísticas citadas ao longo do texto.
Nilo Ninja Ativista
A informação é a arma contra a corrupção.
Essa consulta é sobre os nomes novos na política.
Na próxima postagem 
Faremos um levantamento dos candidatos atuais.



Panorama Eleitoral do Senado no Rio de Janeiro: Levantamento das Pesquisas e Mapeamento Ideológico das Candidaturas


​A eleição para o Senado Federal no Estado do Rio de Janeiro representa um dos cenários mais estratégicos e complexos do quadro político brasileiro. Por tratar-se de um pleito com renovação de dois terços das cadeiras da Casa Alta, cada eleitor dispõe de dois votos distintos para cargos majoritários decididos em turno único. Essa característica institucional altera profundamente o comportamento do eleitorado e exige das agremiações políticas estratégias refinadas de composição de chapa, combinação de opções e transferência de votos entre o primeiro e o segundo sufrágios. 
​O ambiente político fluminense exibe uma polarização ideológica marcante, combinada com a pulverização de candidaturas de expressivo recall público. O alinhamento das pretensões ao Senado com a disputa pelo Governo do Estado — na qual o atual prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), ostenta liderança consolidada nas pesquisas de intenção de voto — exerce influência direta na atratividade e na capacidade de capilaridade dos nomes que buscam representação no Congresso Nacional. 
​Contexto Político-Institucional e Espectro Partidário
​A disputa pelas duas vagas fluminenses no Senado conta com dezesseis candidaturas registradas, cobrindo todo o arco ideológico, desde a esquerda socialista radical até a extrema-direita conservadora. O eleitorado do Rio de Janeiro lida com uma oferta partidária dividida entre figuras consolidadas da política estadual e quadros emergentes da nova direita e da esquerda orgânica. 
​No campo da esquerda e centro-esquerda, a hegemonia da representação é exercida pela deputada federal e ex-governadora Benedita da Silva (PT), apoiada pela Federação Brasil da Esperança. Benedita conta com um eleitorado fiel e com a memória institucional de ter ocupado diversos cargos de relevância pública ao longo de quatro décadas. A vereadora Monica Benício (PSOL) atua como uma candidatura complementar focada em direitos humanos e pautas urbanas. Completam o espectro progressista nomes de siglas da esquerda ideológica, como a Unidade Popular (UP), o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e o Partido da Causa Operária (PCO). 
​O centro e a centro-direita articulam-se prioritariamente em torno da candidatura do deputado federal Pedro Paulo (PSD), principal aposta do grupo político liderado por Eduardo Paes. Pedro Paulo busca posicionar-se como uma opção pragmática de gestão, capaz de atrair o segundo voto tanto de eleitores progressistas quanto de conservadores moderados. O vereador Marcos Dias (Podemos) também transita nesse segmento, apostando na penetração em bases comunitárias e evangélicas. 
​A direita e a extrema-direita apresentam-se fragmentadas em múltiplos polos concorrentes. O Partido Liberal (PL) adotou a postura de lançar duas candidaturas concorrentes: o senador em exercício Carlos Portinho, de perfil institucional e defensoria técnica no Parlamento, e o deputado federal Carlos Jordy, expoente da ala abertamente alinhada ao bolsonarismo. Paralelamente, o Republicanos concorre com duas forças de expressiva inserção popular: o ex-prefeito e ex-senador Marcelo Crivella, ancorado no eleitorado evangélico, e Waguinho, liderança política de grande expressão na Baixada Fluminense. Agremiações como Missão, PRTB e Democrata somam-se a esse bloco com candidaturas de menor densidade eleitoral prévia. 


sábado, 19 de setembro de 2026

Conchavo político ou ativismo judiciário


Sobre a notícia que Fux, pretende destravar os precatórios bloqueados por Jair Messias Bolsonaro. Agora que o governo pode mudar de mãos. 
Esse Eminente quer destravar os precatorios?
E o discurso que vai gerar um gasto enorme para o governo?
E que não pode aumentar bolsa família porque, vai criar um gasto sem cobertura no orçamento?
E é ano eleitoral, por isso não poderemos liberar esses aumentos?
Agora para quem não sabe.
Um precatório é uma requisição de pagamento emitida pela Justiça para cobrar do governo (União, Estados ou Municípios) uma dívida após uma condenação definitiva em processo judicial.
Significa que o governo perdeu em todas as instâncias a possibilidade de não pagar essa dívida.
Muitas delas são referentes a alimentos ou diferenças de reajustes legais.
O que é um precatório bloqueado? 
Um precatório bloqueado significa que o dinheiro foi depositado pelo governo no tribunal, mas o juiz impediu temporariamente o saque ou a movimentação do valor.
Segurança do valor: 
O dinheiro está guardado na conta judicial e não foi perdido.Impossibilidade de saque:
O beneficiário não pode retirar a quantia imediatamente.
Análise pendente: Há uma questão jurídica ou administrativa que precisa de solução, antes da liberação.
🔎 Principais motivos para o bloqueio Disputa de honorários: Discussão sobre o percentual devido ao advogado. 
Penhora de dívidas: O titular possui débitos pendentes (como impostos ou pensão alimentícia) e o valor foi retido para pagar credores. Impugnação do governo: O órgão público questionou o cálculo do valor apresentado.
Dúvidas sobre o herdeiro: Em caso de falecimento do autor da ação, é preciso comprovar quem tem direito ao recebimento.
Se você está passando por isso procure um advogado.
Ou uma defensoria publica.
(Consuta do Google)
Então o Senhor *Doutô*, Presidente anterior, fez mais uma covardia, para não dizer que cometeu crime....
Em bloquear os pagamentos de precatorios na gestão dele.
E veja alguns beneficiarios eram esposas, filhos ou aposentados militares.
É mais um motivo para não se pensar em pôr o filho dele na presidência.
Outra pergunta.
Estaria o antigo presidente criando dificuldades, para no governo seguinte, facilitar a vida dos advogados e das bancas de advogacia?
Imagine....
A OAB não tem nenhum vínculo com o governo.
Apenas dá por vez ou outra uma ajudazinha... Original do meu perfil no X
Entre no meu bate papo com o @geminiapp e faça as perguntas que tiverem ligação com o tema.


quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Entenda a Saúde Financeira e os Riscos dos Principais Bancos Digitais e Fintechs no Brasil


​O mercado financeiro digital no Brasil passou por transformações profundas, revelando um cenário de fortes contrastes. Enquanto grandes instituições consolidadas registram lucros recordes e expansão contínua, outras enfrentaram graves crises de liquidez e intervenções regulatórias severas por parte do Banco Central.
​Para garantir a segurança do seu patrimônio, é fundamental compreender onde o seu dinheiro está depositado e quais são os mecanismos de proteção vigentes para cada tipo de instituição.

Panorama Comparativo: Solidez, Riscos e Garantias
Abaixo, reunimos os principais dados sobre a situação operacional, o nível de risco e as regras de proteção dos principais bancos e contas digitais do país:
Nubank: Nível de risco muito baixo. A instituição mantém alta lucratividade e uma base sólida com mais de 135 milhões de clientes na América Latina. Os investimentos em RDB e a conta de depósitos contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil.
Mercado Pago: Nível de risco muito baixo. Respaldado pelo grupo Mercado Livre, possui operação robusta e lucros crescentes. O saldo mantido em conta fica 100% segregado e aplicado em Títulos Públicos Federais (garantia direta do Tesouro Nacional), enquanto as aplicações em CDBs possuem cobertura do FGC.
PicPay: Nível de risco baixo. Pertencente ao Grupo J&F, a fintech opera no lucro e expandiu sua carteira em crédito consignado e corporativo. A proteção do saldo segue o modelo de segregação em Títulos Públicos Federais, além da garantia do FGC para CDBs.
Banco Digi+: Nível de risco muito alto. Controlado por grupo associado à Rede Record, o banco enfrenta séria crise sob investigação por suspeita de fraude contábil e rebaixamento por agências de risco. Os saldos e investimentos dependem da cobertura do FGC no limite de até R$ 250 mil por CPF.
Will Bank: Situação crítica / inoperante. A instituição teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central junto ao Grupo Master. Os clientes com valores retidos passaram a ter o ressarcimento intermediado pelo FGC.

Rendimento e Liquidez das Contas
Para quem busca rentabilizar o saldo do dia a dia, os modelos de rentabilidade diária e resgate imediato também variam entre as principais opções do mercado:
PicPay: Oferece rendimento automático de 102% do CDI desde o primeiro dia útil sobre o saldo disponível em conta, com liquidez 24/7.
Mercado Pago: Entrega rendimento entre 100% e 105% do CDI (variando conforme metas de depósito ou programas de fidelidade) sem a necessidade de cumprir carência de 30 dias.
Nubank: Mantém rendimento de 100% do CDI desde o primeiro dia útil quando o valor é aplicado no recurso de "Caixinhas" (Reserva de Emergência). Na conta principal, o rendimento é aplicado retroativamente apenas após o 30º dia.

A Importância da Proteção Patrimonial
A divergência entre as fintechs reforça a importância da atenção do consumidor aos limites do Fundo Garantidor de Créditos (R$ 250 mil por CPF e por instituição) e ao modelo de segregação de patrimônio em Títulos Públicos. Acompanhar a saúde financeira das instituições é o primeiro passo para garantir a soberania sobre o próprio dinheiro e evitar surpresas diante de oscilações do mercado.

Depois dess materia hoje o Jornal Valor Econômico, relatou em reportagem 17/09 as 19/09 as 17h 19 m
Banco Digimais, de Edir Macedo, tem prejuízo de R$ 581,4 milhões no 1º semestre
Veja o link aberto no realce Banco Digi+



ATENÇÃO LGBTQUIAP. Vote consciente. Não elejam aproveitadores.



#atencao #lgbtquiap
#voto #eleicao NOSSOS DIREITOS NÃO ESTÃO GARANTIDOS EM LEI.
E quaquer oportunista com ideia invertida pode tirar nossos direitos.
E eu pergunto.
Porque não definiram em lei esses direitos?

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Mudanças Autor Nilo Geronimo Borgna

Imagem @GeminiAPp



Quando percebemos que uma situação está criando dificuldades em nossa vida, qual deve ser o nosso comportamento? Ficar remoendo a situação? Ficar chorando e lamentando? Ou repensar o cenário e definir os motivos que nos levaram até aqui?


Depois de fazer esse balanço, constatamos a necessidade de mudar. Fazer essa faxina e jogar fora muitos itens que nos atrapalham; trocar o velho pelo novo; mudar de lugar o que antes incomodava.
Mas fazer essa mudança não é fácil. Exige coragem, força e determinação. Em muitas situações, o simples fato de admitir a possibilidade de mudar já é um grande passo.

Vamos manter sempre o hábito de fazer um balanço de nossa vida e de nossos comportamentos. Começar assim já ajuda a abrir a janela para ótimas oportunidades.

Nilo Geronimo Borgna


sexta-feira, 11 de setembro de 2026

: A Sombra de Silvério


Há males que não chegam como tempestade passageira, mas como metástase. A recente teia envolvendo as investigações do caso Dark Horse e a figura de Daniel Vorcaro escancara como redes de influência se infiltram nas entranhas das instituições. Não se trata apenas de um escândalo isolado, mas de um organismo que se alimenta das brechas do poder para estender seus tentáculos.
O cenário parece moderno, mas o enredo é antigo. Lembra a mecânica da Monarquia e nos força a olhar para trás, na Inconfidência Mineira. Ali, o sistema não foi derrubado apenas pela força da coroa, mas pela ganância calculada de Joaquim Silvério dos Reis. O delator que entregou seus pares não buscou a justiça; buscou o perdão de suas dívidas e o peso das honrarias no peito. Silvério saiu ileso, ajeitou a farda e foi premiado por transformar a traição em moeda de troca.
Séculos depois, a história republicana repetiu a receita — dos rachas do governo Collor às intrigações de bastidor das delações premiadas da modernidade. Muda o século, mas a mecânica permanece: a estrutura só expõe suas entranhas quando os operadores das sombras brigam entre si ou tentam salvar a própria pele.
Quando o oportunismo é recompensado e as redes de favorecimento se perpetuam no topo, cabe a pergunta: que tipo de democracia estamos construindo? Uma estrutura que premia quem articula nas sombras e entrega os seus quando o cinto aperta não é soberania popular — é a continuidade dos privilégios coloniais com nova roupagem.
O antídoto para esse ciclo não está nas promessas de palco, mas no escrutínio diário. Votar é apenas o primeiro passo; o verdadeiro dever democrático exige atenção rigorosa à biografia de quem pede o voto e vigilância constante sobre a vida de quem assume o poder. Enquanto a memória for curta e a fiscalização frouxa, os herdeiros de Silvério continuarão a banquetear às custas do país.
Ainda hoje tivemos mais detalhes sobre o caso Master 

Atenção  nos termos realçados, você tera acesso aos links que ampliam o assunto.

Crônica de minha inspiração com o auxílio do GeminiApp 

Temos de agonia ou alegria?

Estou agoniado. Suspirando e respirando pesado. Não sei se essa situação irá mudar. Mas, estou preocupado com o que está por vir...